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	<title>arturmarques.com iLog &#187; PT</title>
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		<title>MARANTZ NR1501</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
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		<description><![CDATA[1. Introdução e descrição
O Marantz NR1501 é um &#8220;AV Receiver&#8221; compacto. Neste caso isto significa que é um amplificador áudio de 7.1 canais, com fichas para a ligação de equipamentos de vídeo, e um sintonizador de rádio AM/FM integrado, tudo num corpo com 9.5 cm de altura e 35 cm de fundo. Estes números devem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Introdução e descrição</strong></p>
<p>O Marantz NR1501 é um &ldquo;AV Receiver&rdquo; compacto. Neste caso isto significa que é um amplificador áudio de 7.1 canais, com fichas para a ligação de equipamentos de vídeo, e um sintonizador de rádio AM/FM integrado, tudo num corpo com 9.5 cm de altura e 35 cm de fundo. Estes números devem ser vistos em relação à generalidade dos equipamentos com as mesmas funções, ou em relação aos equipamentos &ldquo;AV Receivers&rdquo; do passado: todos mais volumosos, o que constitui um factor negativo para os consumidores que valorizam a compatibilidade com espaços para arrumação.</p>
<p>As dimensões estão reduzidas e o preço também: trata-se de um Marantz comparativamente acessível. As contrapartidas começam nas fichas disponibilizadas, ou na sua falta: não estão disponíveis saídas de nível de linha para nenhum dos canais de som envolvente descodificados. Nas modalidades de descodificação mais completas (modos 7.1), isto quer dizer que os sinais identificados para os canais frente-esquerdo, central, frente-direito, posterior-esquerdo, posterior-direito, surround-back-esquerdo e surround-back-direito não poderão ser guiados até amplificadores externos, tendo o utilizador que confiar na amplificação integrada de 50W @ 8 ohms, por canal. Esta potência parece adequada às colunas que se imagina que se associem a este electrodoméstico: colunas elas próprias compactas e/ou eficientes, quando solicitadas. Também faltam entradas para os mesmos canais; ou seja, o NR1501 não poderá ser utilizado para amplificar uma descodificação (7.1) externa.</p>
<p>Sacrificaram-se umas fichas mas, aparentemente, nada mais. A funcionalidade deste Marantz contempla tudo o que hoje é nuclear para &ldquo;cinema-em-casa&rdquo;: conteúdos Dolby True HD, Dolby Digital Plus, Dolby Digital, Dolby Digital EX, DTS-HD, DTS, DTS ES, DTS Neo:6, DTS 96/24 e Dolby Prologic IIx; vídeo digital por HDMI 1.3a (ou seja, compatibilidade com sinais Deep Color e x.v.Color, quando presentes na stream emitida pela fonte); e upscaling de vídeo analógico, para digital, para que o utilizador possa fazer do Marantz um concentrador de fontes de vídeo e depois possa abstrair-se das ligações ao dispositivo de visualização, que poderão ser simplificadas a um único cabo saído de &ldquo;HDMI out&rdquo;.</p>
<p>Regressando ao som, os modos mais recentes são o Dolby True HD e o DTS-HD (Master Áudio e High Resolution Audio). Nas especificações, o Dolby True HD destaca-se por ser lossless (compressão sem perda de dados), enquanto que o DTS-HD Master Áudio suporta áudio com uma resolução digital de até 24 bits e 96 kHz de amostragem, codificados até 24.5 megabits/segundo. Todavia, para a generalidade dos utilizadores, no presente, os modos mais frequentes deverão ser o DTS e o Dolby Digital, ambos em 5.1. O canal &ldquo;surround back&rdquo; exige duas colunas extra para a sua reprodução e esse requisito suplementar, para sessões 7.1, acaba por não ser seguido em muitas instalações.</p>
<p>A parte de trás do aparelho apresenta as seguintes fichas de ligação:<br />&bull;&nbsp;Entradas para antenas AM e FM (ambas fornecidas);<br />&bull;&nbsp;Entradas de vídeo composto e por componentes (Y, Pb/Cb Pr/Cr), para fontes &ldquo;DVD&rdquo;, &ldquo;DSS&rdquo; e &ldquo;VCR&rdquo;;<br />&bull;&nbsp;Saída &ldquo;Monitor Out&rdquo;, por vídeo composto e por componentes;<br />&bull;&nbsp;Entradas de áudio analógico para fontes &ldquo;DVD&rdquo;, &ldquo;DSS&rdquo;, &ldquo;VCR&rdquo;, &ldquo;CD&rdquo;, e &ldquo;AUX2&rdquo;;<br />&bull;&nbsp;Saída de áudio pré-out para as baixas frequências (ficha &ldquo;subwoofer&rdquo;);<br />&bull;&nbsp;Entradas de áudio digital (duas fichas ópticas e uma ficha coaxial);<br />&bull;&nbsp;Fichas de enroscar para todas as colunas de som, excepto para as duas colunas &ldquo;surround back&rdquo;, que são por molas;<br />&bull;&nbsp;Entradas HDMI para as fontes &ldquo;Blu-Ray&rdquo;, &ldquo;Game&rdquo;, &ldquo;DVD&rdquo; e &ldquo;DSS&rdquo;;<br />&bull;&nbsp;Saída HDMI que replica a entrada que estiver seleccionada.</p>
<p>A frente tem um desenho simétrico: ao centro ficam o mostrador LCD e um controlo cursor, que serve para navegar pelo sistema de menus do equipamento (visível quando se utiliza a saída analógica &ldquo;Monitor Out&rdquo;) e para fazer reset ao Marantz (pressionando o cursor para baixo, durante três segundos). O painel frontal está delimitado por dois grandes botões circulares: o selector de fonte de sinal e o controlo de volume.<br />À esquerda do cursor ficam as teclas essencialmente relacionadas com o modo de audição: &ldquo;surround mode&rdquo; (para uma selecção manual), &ldquo;auto&rdquo; (para uma selecção automática em função da fonte escolhida e do tipo de stream identificada), &ldquo;source direct&rdquo; (para desactivar os controlos de tonalidade), e &ldquo;menu&rdquo; (para aceder à configuração do equipamento).<br />À direita do cursor ficam as teclas essencialmente relacionadas com a operação do receiver AM/FM com RDS (Rádio Data System): &ldquo;exit&rdquo; (relacionada com a navegação pelos menus de configuração do aparelho), &ldquo;display&rdquo; (para activar/desactivar o mostrador), &ldquo;band&rdquo; (para comutar entre AM e FM) e &ldquo;memory&rdquo;, para memorizar uma sintonia.<br />Abaixo do selector de fonte de sinal ficam uma saída para auscultadores e uma entrada à qual pode ser ligado o microfone Marantz MC101 fornecido, para o ajuste automático do sistema instalado (colunas presentes, distâncias até ao ouvinte e frequências de resposta).<br />Abaixo do controlo de volume, fica uma entrada &ldquo;AUX1&rdquo;, para a ligação de qualquer fonte analógica de áudio, como um qualquer leitor de MP3 com saída de auscultadores. Ao fugir de fichas Firewire e USB, a Marantz terá conseguido maior simplicidade e alguma economia, assegurando total compatibilidade.</p>
<p><img border="0" alt="Marantz_nr1501_01" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/marantz_nr1501_01.jpg" /></p>
<p>O menu principal do Marantz NR1501 está organizado nas opções &ldquo;System&rdquo;, &ldquo;Input&rdquo;, &ldquo;Speaker&rdquo;, &ldquo;CH Level&rdquo; e &ldquo;Sound Parameter&rdquo;.<br />Em &ldquo;System&rdquo;, o utilizador pode indicar se usa subwoofer, se a saída HDMI também transporta áudio, que controlos de tonalidade estão activos e qual a sua intensidade (bass e treble em dB) e a que fontes é aplicável o vídeo upscaling (auto/component/cvbs/off) &ndash; esta função transforma sinais analógicos de vídeo, como sinais de vídeo composto e de vídeo por componentes, em sinais digitais, transportáveis pela ficha HDMI out.<br />Em &ldquo;Input&rdquo;, pode configurar-se todas e cada uma das fontes de áudio e vídeo, por exemplo dando-lhes nomes personalizados, escolhendo se o modo surround há-de ser automático e mesmo sincronizando áudio e vídeo, em 1/1000 segundos, pela função &ldquo;Lip Sync&rdquo;.<br />Em &ldquo;Speaker&rdquo; fornece-se informação sobre quais as colunas presentes, podendo assinalarem-se todas como ausentes (center: &ldquo;no&rdquo;, surround: &ldquo;no&rdquo;, surround back: &ldquo;no&rdquo;, subwoofer: &ldquo;no&rdquo;), excepto as colunas principais que se assume que estão sempre ligadas. As distâncias das colunas ao ouvinte e o seu limiar de resposta em frequência, medido em Hz, podem ser manualmente fornecidos, ou automaticamente detectados, pela função de &ldquo;auto setup&rdquo;.</p>
<p>A função de &ldquo;auto setup&rdquo; é centrada no microfone Marantz MC101, fornecido. Este microfone, com um longo fio, deve ser ligado à ficha &ldquo;setup mic&rdquo; na unidade central, e esticado até à posição de audição, preferencialmente elevado até ao nível em que os ouvidos das pessoas ficarem. Feito isto, basta escolher &ldquo;start&rdquo; e depois &ldquo;apply&rdquo;, para ter uma calibração que deverá ser exacta, ou perto disso, excepto num detalhe designado de &ldquo;Room Eq Config&rdquo; que, quando activo, compensa as características das colunas de forma a melhor &ldquo;ajustá-las&rdquo; à sala. Por exemplo, se as colunas principais forem muito expressivas nos graves e estiverem numa sala pequena e sem materiais absorvedores de ondas mecânicas, é provável que o &ldquo;auto setup&rdquo; / &ldquo;room eq config&rdquo; opte por diminuir-lhes as baixas frequências. A opção &ldquo;room eq config&rdquo; é binária: está ligada ou desligada. A minha sugestão é que se experimentem ambos os cenários e não se confie de imediato na configuração automática, neste aspecto.</p>
<p>O telecomando RC006SR fornecido parece robusto, mas só uma utilização de longos meses e muitas quedas poderia confirmá-lo. Sempre que uma tecla é pressionada no controlo remoto, acende-se a luz &ldquo;send&rdquo; que é um feedback razoável. As teclas do RC006SR são todavia quase todas indistinguíveis ao toque, com excepção do subir/descer de fonte de sinal, do controlo de volume, e do cursor. Este comando consegue controlar até dez dispositivos, configuráveis por códigos de quatro dígitos, referidos no excelente manual do utilizador.</p>
<p><img border="0" alt="Marantz_nr1501_02" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/marantz_nr1501_02.jpg" /></p>
<p><img border="0" alt="Marantz_nr1501_03" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/marantz_nr1501_03.jpg" /></p>
<p><strong>2. Opinião</strong></p>
<p>Ouvi o Marantz NR1501 sempre com uma instalação de 5 colunas: Paradigm Reference Studio 100 (frente), Castle Keep (centro) e Energy XL16 (surround). O modo sonoro mais frequente foi Dolby Digital 5.1.</p>
<p>Foi com um passeio até ao início da década de 2000, com a primeira season da série &ldquo;Malcolm in the Middle&rdquo;, que começou a minha experiência do Marantz NR1501. Nunca tinha visto o primeiro episódio: a mãe (Lois) corta os cabelos do peito e das costas do pai (Hal), nu, na cozinha, enquanto que as crianças (Malcolm, Reese e Dewey) estão entregues às suas habituais &ldquo;brincadeiras&rdquo; potencialmente destrutivas, no mesmo espaço, com grande naturalidade. Cada episódio é um pacote de 20 minutos de humor que oscila do berrantemente óbvio ao muito subtil. A parte do &ldquo;berrante&rdquo; tem a ver com a voz de Lois (actriz Jane Kaczmarek), quase sempre em modo chicote, para (tentar) controlar as crianças.<br />A música inicial &ldquo;&hellip;you&rsquo;re not the boss of me now&hellip;&rdquo; pareceu pujante com a lírica bem inscrita no palco. As vozes, sem sombra de metal, frieza ou grão, foram naturais. No geral, as sessões foram confortáveis e sem reparos.</p>
<p>No filme &ldquo;Madagascar 2&rdquo;, repleto de momentos musicais, uma grande diversidade vocal e situações extremas que só um filme de animação pode proporcionar, senti que o atributo &ldquo;compacto&rdquo; do Marantz só diz respeito ao seu tamanho e, um pouco, à sua potência.<br />O NR1501 afligiu-se ligeiramente nos momentos mais agitados, incapaz de encher/envolver o espaço em proporção com a maior acção, mas as colunas instaladas são algo exigentes e a pressão sonora era quase festiva. Com volumes moderados, em vez de salientar-se alguma limitação na equipa, sentiu-se antes um calor típico dos bons AV Receivers, reminiscente dos dias em que os amplificadores estéreo dominavam. Para a minha subjectividade, o melhor indicador deste &ldquo;calor&rdquo; é o sustento dos sons, no tempo: uma onda mecânica não se extingue no instante imediatamente seguinte ao do início da sua reprodução, como se o passado acústico não afectasse o presente. Alguma presença residual, por brevíssimos momentos, e a sua interferência, no sentido positivo, na percepção actual, fazem sentido. Este Marantz fez sempre sentido.</p>
<p>Em filmes menos áudio&rsquo;complexos, mas com intensidade pontual e distribuída, como &ldquo;The Wrestler (2008)&rdquo;, este traço confirmou-se: uma reprodução dinâmica e proporcional desde que o volume seja sensato, uma agressividade nula, uma clareza e contraste vincados, e um sustento credível que tornam as audições fáceis e realistas.<br />Com as colunas certas e com doses de volume razoáveis, a qualidade das sessões com o Marantz NR1501 é muito boa!</p>
<p><strong>3. Resumo</strong></p>
<p>O Marantz NR1501 é um &ldquo;AV Receiver&rdquo;: descodificador e amplificador até 7.1 canais, com entradas HDMI 1.3a, e um sintonizador AM/FM RDS integrado.<br />Compacto nas dimensões, sem entradas ou saídas para os canais surround, e 50 W @ 8 ohms, as sessões com este equipamento podem ser de grande qualidade, a volumes sensatos.</p>
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		<title>Feliz Natal e um Super 2010!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 20:24:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A minha lembrança para o Natal de 2009 é uma compilação de sugestões de livros, vídeos, software e música.
**** Feliz Natal e um super 2010! ****
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A minha lembrança para o <strong>Natal de 2009</strong> é uma <strong>compilação de sugestões</strong> de livros, vídeos, software e música.</p>
<p><strong>**** Feliz Natal e um super 2010! ****</strong></p>
<p><strong>Livros</strong> técnicos, gratuitos, e muito bons nas suas áreas:</p>
<ul>
<li>&#8220;<strong>Search User Interfaces</strong>&#8220;: um livro técnico soberbo, pelo qual paguei £40, via amazon.co.uk, agora tornado de leitura gratuita, pela autora:<br />
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<li>&#8220;<strong>C# yellow book</strong>&#8220;: introdução à programação, em C#, disponível para download em<br />
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<p><strong>Vídeos</strong>, documentários disponíveis em alta definição, actuais e muito interessantes:</p>
<ul>
<li>A autora <strong>Marti Hearst</strong>, do livro &#8220;<strong>Search User Interfaces</strong>&#8221; referido acima, apresenta o assunto:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=BpBAg4Ndi9w">http://www.youtube.com/watch?v=BpBAg4Ndi9w</a></li>
<li><strong>David Rock</strong> apresenta &#8220;<strong>Your Brain at Work</strong>&#8220;:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=XeJSXfXep4M">http://www.youtube.com/watch?v=XeJSXfXep4M</a></li>
<li><strong>Nicholas Zakas</strong> apresenta &#8220;<strong>Speed up your Javascript</strong>&#8220;:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=mHtdZgou0qU">http://www.youtube.com/watch?v=mHtdZgou0qU</a></li>
</ul>
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<li><strong>HandBrake</strong> @ <a href="http://handbrake.fr/details.php">http://handbrake.fr/details.php</a> &#8211; Converte DVDs-vídeo para ficheiros MP4 ou MKV.</li>
<li><strong>WavePad</strong> @ <a href="http://www.nch.com.au/wavepad/">http://www.nch.com.au/wavepad/</a> &#8211; Editor de ficheiros de som, com suporte a efeitos e diversas ferramentas, por exemplo, para a eliminição de ruídos de electricidade estática, útil para limpar gravações a partir de discos de vinilo com imperfeições.</li>
<li><strong>Drive Image XML</strong> @ <a href="http://www.runtime.org/driveimage-xml.htm">http://www.runtime.org/driveimage-xml.htm</a> &#8211; Ferramenta para fazer backup de todo um disco rígido ou apenas de partição(ões). Pode funcionar enquanto o disco está a ser utilizado.</li>
<li><strong>inSSIDer</strong> @ <a href="http://www.metageek.net/products/inssider/download">http://www.metageek.net/products/inssider/download</a> &#8211; Uma ferramenta para analisar redes sem fios, na perspectiva da intensidade dos sinais e sua posição no espectro.</li>
<li><strong>Feed Demon</strong> @ <a href="http://www.newsgator.com/individuals/FeedDemon/">http://www.newsgator.com/individuals/FeedDemon/</a> &#8211; Para quem assina muitos RSS. Eu prefiro Gregarius ( <a href="http://gregarius.net/">http://gregarius.net/</a> ), mas a sua instalação, exigindo um web server (apache.org), um relational database server (mysql.com), a linguagem PHP (php.net), e um web browser (getfirefox.com), não é trivial.</li>
</ul>
<p><strong>Música</strong>, gratuita, livre de DRM, legalmente distribuível</p>
<ul>
<li>Festival SXSW (South by Southwest, EUA) : 6 GB de música, de 2005 a 2009, aqui @ <a href="http://hewgill.com/sxsw/">http://hewgill.com/sxsw/</a></li>
</ul>
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		<title>Monitor Audio AirStream 10 (MAAS10)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 19:51:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Introdução
O MAAS10 é um sintonizador de rádio, FM e DAB, e um leitor de música digital, servida por Windows Shares ou media servers, com origem na rede local ou na Internet, com fios, ou sem fios.A reprodução é monofónica (!), através um altifalante de 3.5&#8221;, inserido numa estrutura que lhe permite 2.5 litros de volume [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>O MAAS10 é um sintonizador de rádio, FM e DAB, e um leitor de música digital, servida por Windows Shares ou media servers, com origem na rede local ou na Internet, com fios, ou sem fios.<br />A reprodução é monofónica (!), através um altifalante de 3.5&rdquo;, inserido numa estrutura que lhe permite 2.5 litros de volume interno, importantes para descer a resposta em frequência.<br />O amplificador monofónico integrado é de classe A-B, com 7-10W de potência, @8 Ohms.</p>
<p><img border="0" alt="Monitor_audio_airstream10_3" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/monitor_audio_airstream10_3.jpg"/ /></p>
<p>O seu desenho é muito invulgar e isso foi um dos objectivos deste projecto de Charles Minnet: sucesso pleno na diferença.<br />Subjectivamente, uns não considerarão o design em causa apelativo. Outros amá-lo-ão.<br />Objectivamente, a estrutura em S levanta problemas de usabilidade&#8230;<br />Sendo (também) um sintonizador de rádio, a antena recolhível integrada pode subir e descer, mas apenas quando se utiliza o aparelho de forma a que os seus botões fiquem para cima. Uma vez que está prevista a possibilidade de apoiar o MAAS10 como os electrodomésticos vulgares, em que as teclas ficam de frente para os utilizadores, surge o inconveniente de que projectar a antena para fora, nessa posição alternativa, resulta num espigão que dispara de encontro ao corpo de quem se aproximar.<br />Para além disso, devido ao seu corpo em S, quando o AirStream 10 está na horizontal, só se apoia em metade do seu comprimento, e fica fácil desequilibrá-lo, mesmo para a execução das operações mais simples, como seleccionar um preset (posição favorita de FM, DAB ou Internet).<br />Sugiro que se utilize o MAAS10 na vertical.</p>
<p><img border="0" alt="Monitor_audio_airstream10_2" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/monitor_audio_airstream10_2.jpg"/ /></p>
<p>Todavia, o aspecto menos entusiasmante, é a sua monofonia, que faz desta proposta um artigo anacrónico. Se, por um lado, é representativo do contemporâneo, suportando redes com e sem fios (802.11b e 802.11g), e formatos MP3, WMA, AAC e RA (RealAudio), por outro, reduz a reprodução musical a um potencial do passado.<br />A ideia será emular os rádios clássicos, com tecnologia deste século&#8230;</p>
<p>O mostrador é um pequeno LCD com a resolução de 128&#215;64 pontos, correspondentes a 4 linhas de texto. Considero esta resolução suficiente para a interacção nos modos de FM e DAB, mas desadequada para a leitura de MP3, WMA, AAC e RA, porque, com elevada probabilidade, a meta-informação disponível nas músicas terá um número de caracteres que excederá o espaço disponível, e/ou o número de ficheiros para leitura será, pelo menos, na ordem das dezenas, obrigando ao listar para cima/para baixo, recorrendo ao botão central do AirStream 10.</p>
<p>O MAAS10 seria um menos distinto bloco preto ondulado, em corpo de alumínio, com uns botões plásticos flat (sensíveis ao toque mas sem se elevarem do painel), não fosse uma superfície de madeira que contribui para acentuar a sua diferença e aproximá-lo de outra época.</p>
<p>O painel de instrumentos do AirStream 10 acolhe, à esquerda do comando central: a antena telescópica, os botões de On/Standby, Mode (FM, DAB, Internet Radio, Media Player local), Info (como saber a frequência sintonizada ou o nome da música), Menu (para chamar a raíz de uma árvore de opções relacionadas com o modo escolhido no momento), EQ (para influenciar os graves/agudos), Alarm (para aceder às funções de alarme) e Sleep/Snooze (para adormecer um alarme activo por 5 minutos&#8230;).<br />O comando central é o controlo de volume e também o cursor para navegação nos menus.<br />À direita do comando central fica o mostrador rectangular. Em cada um dos cantos está um tecla flat (etiquetada de &ldquo;1&rdquo;, &ldquo;2&rdquo;, &ldquo;3&rdquo; ou &ldquo;4&rdquo;), para selecção de um preset. Os presets são independentes de modo para modo; isto significa que, por exemplo, os presets de DAB não colidem com os presets FM.</p>
<p>A função de Alarm, é interessante e útil. Podem estabelecer-se dois alarmes e indicar-se, quando chegar o momento de activarem-se, qual o modo e qual o preset, que hão-de funcionar.</p>
<p>A face direita, quando se olha de frente para a coluna de som integrada, tem todas as fichas: a ficha de electricidade (à qual deverá ligar-se o alimentador externo fornecido), a ficha Ethernet (para fazer tráfego Internet, por cabo), uma saída estéreo para auscultadores (por jack de 3.5mm), uma saída estéreo de intensidade fixa (3.5 mm), e uma entrada auxiliar, para ouvir algum equipamento externo através deste Monitor Audio.</p>
<p>Como produto, o MAAS10 transpira atenção aos detalhes. Fiquei muito impressionado com a qualidade do manual do utilizador: ilustrado, bem escrito, e exaustivo! E note-se como o alimentador externo vem complementado com adaptadores que permitirão ligá-lo a tomadas no Reino Unido, em Portugal, e/ou nos EUA. Elogiável.</p>
<p>As tecnologias de redes sem fios suportadas são as 802.11b e 802.11g. Isto significa velocidades até 54 Mbps. Para segurança, estão disponíveis WEP (64/128 bits), WPA e WPA2.<br />A configuração pode ser totalmente automática, excepto se o router e/ou ponto-de-acesso sem fios não fizer broadcast do seu identificador SSID (Service Set Identifier). Nesse caso o SSID terá que ser referido manualmente.<br />A configuração automática detecta as redes sem fios, no arranque. Ao seleccionar-se uma rede protegida, terá que fornecer-se a password de acesso correspondente.<br />Os momentos de configuração poderão ser uma chatice, principalmente no caso de passwords fortes: não havendo um teclado, introduzir essas passwords é um joguete que se faz com o botão central do aparelho, rodando para a esquerda, para a direita, confirmando&#8230; Não é nada complicado, mas pode ser lento.<br />Estabelecida a ligação, pelo sub-menu das Stations disponíveis, principalmente navegando por género, podem descobrir-se fontes muito boas, num universo de quase vinte mil possibilidades! Ao menos aquando da sua primeira utilização, os sub-menus de Internet Rádio podem demorar uns segundos a serem carregados.</p>
<p><img border="0" alt="Monitor_audio_airstream10_4" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/monitor_audio_airstream10_4.jpg"/ /></p>
<p>O sintonizador FM (87.5 a 108 MHz) suporta RDS e a busca de estações por nome e por tipo de programação.</p>
<p>De acordo com as especificações escritas, o sintonizador DAB cobre o espectro dos 174 aos 240 MHz e streams até 192 kbps &ndash; desta forma, desde que se esteja no litoral de Portugal, será possível ouvir as emissões da RDP (canal 12B VHF, 225.648 MHz) mesmo que tenham largura de banda superior aos 192 kbps aparentemente documentados: a Antena 2 broadcasta (neologismo&#8230;) a 224 kbps, enquanto que a Antena 1 e a Antena 3 emitem a 196 kbps. No meu local de recepção o contador de erros oscilou entre os 20 e os 30 (de 0 a 100), o que não é formidável, pois não deverá ser possível sintonizar em condições acima dos 30.</p>
<p><img border="0" alt="Monitor_audio_airstream10_1" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/monitor_audio_airstream10_1.jpg"/ /></p>
<p>Quando se encontrar uma estação que agrade, em qualquer modo, para memorizá-la, bastará pressionar uma tecla de preset durante uns segundos.<br />Quando o equipamento é ligado, arranca no modo e na estação em que foi desligado, o que faz sentido.</p>
<p>O modo de Internet Radio tem algumas possibilidades dependentes do site<br /><a href="http://www.wifiradio-frontier.com/">http://www.wifiradio-frontier.com/</a><br />Para utilizar essas possibilidades extra, como a manutenção de favoritos (conceito distinto de presets), será necessário o registo no site, fornecendo um código de acesso que varia de equipamento para equipamento e é consultado no próprio receptor &ndash; neste caso, é um código alfanumérico de 7 caracteres.</p>
<p><strong>Para além do rádio &ndash; opinião</strong></p>
<p>A forma mais simples de consumir música não-rádio com este Monitor Audio é através da rede local, via Windows Shares (pastas partilhadas). Basta partilhar uma pasta no computador, e, no modo Media Player, o AirStream 10 deverá conseguir encontrá-la. Se falhar, é porque algum mecanismo de protecção, do lado do PC, o está a impedir, ou os equipamentos estão configurados em redes diferentes.</p>
<p>O modo de leitura a partir de ficheiros presentes na rede local é diferente do modo Internet Radio. Por exemplo, quando se faz pausa em Internet Radio, na realidade só se corta o volume (mute), porque a música prossegue no tempo. Em modo Media Player, pausa é mesmo pausa: será possível retomar a reprodução no exacto ponto em que foi suspensa.</p>
<p>A outra forma de explorar a música que exista &ldquo;lá por casa&rdquo;, através da rede local, com ou sem fios, é através da Library do programa Windows Media Player (v11+).<br />O Monitor Audio AirStream 10 deverá ser acrescentado a lista de dispositivos com os quais o Media Player aceita fazer a partilha de conteúdos (menu Library ? opção Media Sharing), sendo, infelizmente, identificado como &ldquo;unknown device&rdquo;. Mas o streaming resultará. Outras aplicações UPnP (Universal Plug and Play) também poderão resultar.</p>
<p>No meu caso, a configuração não poderia ter sido mais simples: um PC, sem ligação à Internet, com conteúdos abertamente partilhados para uma rede local, por cabos. E como foi a qualidade da reprodução?</p>
<p>O som monofónico foi frustrante para música, mas muito bom para livros falados e entrevistas radiofónicas.</p>
<p>O som do AirStream 10 é firme (consistente no timbre, ao longo do tempo), expressivo (sem distorções e sem transmitir esforço, mesmo a volumes razoáveis), e aveludado (sem frequências estridentes, principalmente no espectro das vozes).<br />Assim, a pequena coluna de 3.5&rdquo; facilita audições longas e inteligíveis; isto é, que se compreendem muito bem.<br />Com música, a monofonia cobra um preço na envolvência e na sensação de palco.</p>
<p><strong>Resumo</strong></p>
<p>O MAAS10 é um sintonizador de rádio, FM e DAB, e um leitor de música digital, servida por Windows Shares ou media servers, com origem na rede local ou na Internet, com fios, ou sem fios (802.11b, 802.11g).<br />A reprodução é monofónica, por uma só coluna de 3.5&rdquo;.</p>
<p>Tem um desenho exótico que deverá deixar poucos indiferentes.<br />A sua qualidade áudio é, acima de tudo, inteligível.</p>
<p>É um equipamento fácil de ouvir e fácil de utilizar, considerando as diferentes tecnologias integradas.</p>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/audio">audio</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/monitor+audio">monitor+audio</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/airstream">airstream</a></div>
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		<title>O Pai Natal e os Sete Aviões</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este ano (2009/2010), coube-me a mim começar a história intitulada&#8230;
&#8230;Os Descobridores &#8211; &#8220;O Pai Natal e os sete aviões&#8221;
Todos os anos o Pai Natal tem mais trabalho do que no ano anterior: cresce o número de crianças cujo bom comportamento e cujos pedidos têm que ser considerados, e há crianças a viverem em sítios cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano (2009/2010), coube-me a mim começar a história intitulada&hellip;</p>
<p>&hellip;Os Descobridores &ndash; &ldquo;<strong>O Pai Natal e os sete aviões</strong>&rdquo;</p>
<p>Todos os anos o Pai Natal tem mais trabalho do que no ano anterior: cresce o número de crianças cujo bom comportamento e cujos pedidos têm que ser considerados, e há crianças a viverem em sítios cada vez mais distantes e difíceis de chegar. Alguns prédios não têm chaminés, algumas crianças vivem em locais remotos, que nem aparecem nos mapas comuns, e outros meninos e meninas nem sabem que o Pai Natal existe e que podem conseguir aquilo que ambicionarem, pelo que os seus desejos têm que ser descobertos.</p>
<p>O Pai Natal precisa de muita ajuda para primeiro saber o que as crianças querem, para depois conseguir uma solução para os seus desejos e, por fim, para ir ter com as meninas e meninos.</p>
<p>Este ano, para ajudarem, chegaram sete aviões mágicos. São todos aviões silenciosos e capazes de se tornarem invisíveis, que viajam até ao destino muito, muito rapidamente.</p>
<p>Os seus nomes são <strong>Brincovião</strong>, <strong>Carinhovião</strong>, <strong>Detectivião</strong>, <strong>Livrovião</strong>, <strong>Paparocavião</strong>, <strong>UltraRápido</strong> e <strong>Festovião</strong>.</p>
<p>O <strong>Brincovião</strong> terá uma tripulação de crianças, que fará a distribuição de brinquedos. Tem o porão carregado de todos os brinquedos que se possam imaginar e na quantidade exacta para dar a todos os que os pediram.</p>
<p>O <strong>Carinhovião</strong> terá uma tripulação de meninos e meninas que irão dar miminhos a pessoas que têm necessidade de receber beijinhos e abraços e que precisam de ajuda para ficarem amigos e amigas de outras pessoas. O porão está cheio de pós mágicos, de amizade e motivação.</p>
<p>O <strong>Detectivião</strong> tem uma tripulação de meninas e meninos detectives, que terão que descobrir o que mais desejam as pessoas que não fizeram uma lista para o Pai Natal. O seu porão está equipado com máquinas especiais para o trabalho de detective, como leitores de pensamento.</p>
<p>O <strong>Livrovião</strong>, tripulado por meninas e meninos que adoram ler, descobrir e aprender, fará a distribuição de livros. No seu porta-cargas vão todos os livros, para todas as idades, dos mais ilustrados e coloridos, àqueles com as histórias mais rebuscadas e densas, e também aqueles que servem para estudar e ajudam a aprender coisas lindas e enriquecedoras.</p>
<p>O <strong>Paparocavião</strong>, e a sua tripulação de crianças, vão distribuir comida, água e sementes por todo o Mundo. A bordo seguem todas as refeições para que, ao menos no dia de Natal, menos pessoas passem fome e sede. Também se transportam todas as doçarias imagináveis, como chocolates cremosos, gelados fofinhos, e bolachinhas estaladiças, para aqueles que pediram guloseimas. E transporta também sementes e instruções que poderão ajudar as pessoas a cultivarem a sua própria comida.</p>
<p>O <strong>Ultrarápido</strong> é o mais rápido de todos os aviões. Tripulado pelos meninos e meninas mais velozes a audazes, a sua missão será entregar a paparoca, os brinquedos, os carinhos, e os livros de última hora, que o Detectivião tenha descoberto em falta.</p>
<p>Quando todas as tarefas estiverem terminadas, todas as meninas e meninos que tiverem ajudado, irão divertirem-se no <strong>Festovião</strong>, onde a maior festa de Natal irá acontecer!</p>
<p>Todas as crianças e adultos da escola Os Aprendizes foram convocados pelo Pai Natal, para ajudarem nos aviões, que, invisíveis, levitam estacionados, no céu sobre a escola, à espera de tripulantes.</p>
<p>Entusiasmadas, as Descobridoras <strong>Matilde</strong>, <strong>Iara</strong> e <strong>Maria</strong>, subiram pelo feixe transportador até ao <strong>Detectivião</strong>, muito empenhadas em descobrirem o que quereria a cadela Lua, para o Natal. A máquina de ler pensamentos demorou um pouco a produzir uma resposta, mas, no monitor, lá deu para perceber o seu desejo&hellip;</p>
<p>***</p>
<p>&hellip;agora outras pessoas vão continuar esta história.</p>
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		<title>MRCTPP &#8211; Movimento pela Recuperação do Condicional e da 3ª Pessoa do Plural :)</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 07:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Portugal, escreve-se e fala-se sem recorrer ao condicional e à terceira pessoal do plural.
Todos os dias, por todos os meios (imprensa, Internet, TV, rádio&#8230;), em todas as situações, na prática, poucas a nenhumas pessoas usam o condicional &#8211; tendo substituido-o pelo pretérito imperfeito &#8211; e a terceira pessoa do plural, tendo-a substituido pela terceira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal, escreve-se e fala-se sem recorrer ao condicional e à terceira pessoal do plural.</p>
<p>Todos os dias, por todos os meios (imprensa, Internet, TV, rádio&hellip;), em todas as situações, na prática, poucas a nenhumas pessoas usam o condicional &ndash; tendo substituido-o pelo pretérito imperfeito &ndash; e a terceira pessoa do plural, tendo-a substituido pela terceira pessoa do singular.</p>
<p>Isto começou a incomodar-me. Há uns anos, quando apenas alguns praticavam esse português, o fenómeno parecia &ldquo;apenas desses&rdquo; e não de todos. Agora parece-me real o perigo de extinção do condicional e da terceira pessoal do plural, em muitas frases, em que a sua utilização tornaria mais explícita a semântica.</p>
<p>O&nbsp;Português do Brasil parece-me menos afectado por este risco de extinção, o que me surpreende.</p>
<p>Dois exemplos:</p>
<p>(1) Referente ao condicional.</p>
<p>&ldquo;bom bom <strong><font color="#ff0000">era</font></strong> ainda poder ir de férias&hellip;&rdquo; (tirado da página de entrada em&nbsp;BES.PT, em 20090825).</p>
<p>&ldquo;era&rdquo; é pretérito. É passado. Já foi.</p>
<p>Melhor, seria:</p>
<p>&ldquo;bom bom <strong><font color="#339966">seria</font></strong> ainda poder ir de férias&hellip;&rdquo;</p>
<p>(2) Referente à terceira pessoa do plural.</p>
<p>&ldquo;&hellip;estavam eles a&nbsp;<font color="#ff0000"><strong>falar</strong></font>&hellip;&rdquo;</p>
<p>&ldquo;falar&rdquo; é singular.</p>
<p>Melhor, seria:</p>
<p>&ldquo;&hellip;estavam eles a <font color="#339966"><strong>falarem</strong></font>&hellip;&rdquo;</p>
<p>Quem quer aderir ao <strong>MRCTPP</strong>? <img src='http://arturmarques.com/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Creative Gigaworks T3</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2009/06/19/creative-gigaworks-t3/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 11:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[AV]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[hw]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Introdução e descrição
O Creative Gigaworks T3 é um sistema de som 2.1, orientado aos utilizadores de computadores, que pretendam um som de qualidade superior à possível com as pequenas colunas activas comuns, sem entrarem na complexidade e na despesa que um sistema de alta-fidelidade clássico representa, com o seu amplificador dedicado e as suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Introdução e descrição</strong></p>
<p>O Creative Gigaworks T3 é um sistema de som 2.1, orientado aos utilizadores de computadores, que pretendam um som de qualidade superior à possível com as pequenas colunas activas comuns, sem entrarem na complexidade e na despesa que um sistema de alta-fidelidade clássico representa, com o seu amplificador dedicado e as suas colunas, de dimensões pouco compatíveis com a generalidade das secretárias.</p>
<p>Sendo um sistema estéreo com um canal/coluna de baixas frequências, o Gigaworks T3 representa também uma simplificação, pragmática, relativamente aos sistemas 5.1 e mesmo 7.1, que, na generalidade das instalações para computador constituem um excesso sem proveito.<br />Os únicos conteúdos interactivos capazes de explorarem todos os canais de sistemas de som com mais unidades, são alguns vídeo jogos. A fruição vantajosa dos detalhes envolventes, nesses casos, exige amplificação e colunas de som refinadas, devidamente posicionadas, que não estão disponíveis nos pacotes vulgares, em que o se compra é a multiplicação do barulho.<br />Por outras palavras, é sensato aprender com a utilização efectiva dos computadores de secretária e desenhar sistemas alinhados com essa utilização. O que se sabe &ndash; e que não deverá constituir surpresa &ndash; é que a generalidade das pessoas que utilizam o áudio do PC, pretendem ouvir música e/ou ver filmes e/ou jogar, com qualidade sonora, dispondo de pouca área para arrumarem os dispositivos.</p>
<p>O sistema T3 endereça muito bem o desafio da &ldquo;pequena pegada&rdquo; na secretária: as suas duas colunas, destinadas à reprodução dos canais esquerdo e direito, têm o volume de um punho fechado. A área que os respectivos pés ocupam não é superior à necessária para pousar um telemóvel. São tão pequenas que muitos interrogar-se-ão como será possível terem uma qualidade sonora decente.<br />Existe um terceiro pequeno componente: o controlo de volume, que também serve de saída para auscultadores e de entrada para alguma fonte de sinal externa. Este componente liga-se à unidade central por um fio, sendo pois um controlo remoto com fio.</p>
<p>As colunas (cada uma com 350 gramas) e o controlo remoto ligam-se ao &ldquo;coração&rdquo; do Gigaworks T3 por cabos robustos, de terminações douradas, que transmitem uma mensagem de qualidade.<br />No centro das operações está uma caixa (de 6 kg), que é a unidade de subwoofer activo, composta por três altifalantes idênticos (!), de 16.5 cm de diâmetro, disparando em outras tantas direcções, num desenho que a Creative apelida de &ldquo;SLAM&rdquo; (Symmetrically Loaded Acoustic Module). A questão da orientação é menos relevante com baixas frequências do que com agudos: esta disposição é, em parte, fundamentada pela não existência de um abertura na caixa, que é uma solução frequente para conseguir maior expressão dos baixos.<br />A parte posterior da caixa SLAM apresenta (1) duas fichas RCA, às quais se ligam as duas colunas &ldquo;principais&rdquo;, (2) uma entrada RCA estéreo (L+R) para a fonte de sinal analógico, (3) um controlo de volume que só afecta o subwoofer, e (4) uma tomada para o controlo remoto, com fio.</p>
<p>Todas as unidades são pretas e sóbrias, com o logótipo da Creative no canto inferior direito. As grelhas dos altifalantes do subwoofer têm uma orla circular metalizada. As grelhas protectoras das colunas são de tecido e, removidas, desvendam altifalantes cinzento-metalizado.<br />O subwoofer tem a potência de 50 Watt @ 8 Ohm, respondendo, de acordo com a ficha técnica, a partir dos 30 Hz. As colunas esquerda e direita, com os seus altifalantes de 5 cm, são de 15 Watt @ 8 Ohm e respondem até aos 20 KHz.</p>
<p>Assim, instalar um Gigaworks T3 faz-se em dois passos: (1) ligar as duas colunas e o controlo remoto à unidade central, (2) ligar a unidade central ao computador, ou a outra fonte de sinal, e depois à electricidade.<br />O botão de on/off está no movimento do próprio controlo remoto de volume, que parece um rato informático. Identifiquei um tempo de atraso perceptível entre os comandos para mudar o volume e esse efeito concreto, principalmente quando se parte da posição de silêncio/sistema desligado: na primeiríssima das minhas sessões aconteceu um grande estardalhaço porque, sem som de imediato (e durante mais de um segundo), girei o som para o máximo, apanhando um susto, quando a resposta aconteceu.</p>
<p><img alt="480_creative_gigaworks_t3_04" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/480_creative_gigaworks_t3_04.jpg" border="0" /></p>
<p>Acima: subwoofer + colunas</p>
<p><img alt="480_creative_gigaworks_t3_03" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/480_creative_gigaworks_t3_03.jpg" border="0" /></p>
<p>Acima: colunas</p>
<p><img alt="480_creative_gigaworks_t3_01" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/480_creative_gigaworks_t3_01.jpg" border="0" /></p>
<p>Acima: controlo remoto</p>
<p><img alt="480_creative_gigaworks_t3_05" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/480_creative_gigaworks_t3_05.jpg" border="0" /></p>
<p>Acima: ligações</p>
<p><strong>2. Opinião</strong></p>
<p>Comecei por ouvir Pet Shop Boys (PSB) / Yes (2009). Música electrónica com muita voz. O passo é marcado por batidas curtas e baixas; nas antípodas do espectro estão alguns efeitos de transição, como instrumentos virtuais inspirados em instrumentos de sopro; e a voz é a de um Neil Tennant, consistente, complementado por alguns colectivos.<br />Foi um desempenho razoável da equipa T3! Tive que diminuir o volume dedicado do subwoofer para o seu mínimo possível, porque os &ldquo;boom-boom&rdquo; estavam a eclipsar a voz. A letra da música não estava tão cristalina como no meu sistema PC habitual (amplificador Creek 4330 + 2x Energy XL-16 + subwoofer Energy ES-8), devido a um certo atropelo entre eventos na onda média: uma definição vocal aquém do que eu teria preferido.<br />Mas fiquei impressionado, pela positiva: a estereofonia é &ldquo;grande&rdquo;, edificando um palco alto e largo, muito para além do que sugerem altifalantes tão discretos, e o subwoofer com três unidades é pujante, noticiável, muito óbvio nas suas intervenções.<br />O sistema está no seu melhor a volumes discretos e mais intensos, desde que não se atinja a fronteira do festivo. O subwoofer é desproporcionalmente capaz, relativamente às colunas principais, no sentido de que se afirma sem tropeções, ao longo de um maior curso de volume e de forma mais vincada: foi/é boa ideia a presença de um controlo de volume independente para os baixos.</p>
<p>Em jogos, como qualquer um da série &ldquo;Far Cry&rdquo;, o conjunto Gigaworks T3 permite uma experiência de envolvência e intensidade espectaculares! O palco projecta-se tão generosamente que não se sente falta de mais colunas. As explosões são estomacais e a alternância entre som de ambiente meramente ilustrativo e situações de grande acção, em que os baixos se tornam o prato forte, está síncrona com o perfil de desempenho do sistema. Bom!</p>
<p>Com filmes, esta assinatura mantém-se. Filmes intensamente vocais, com muitas personagens, poderão constituir o desafio maior, mas sempre satisfazendo, principalmente quando a realidade bate à porta e o ouvinte percebe quão acessível e compatível com o seu espaço esta proposta pode ser, por comparação com sistemas mais orientados à alta fidelidade.</p>
<p>Outras músicas, como o soberbo Bruce Springsteen, Working On A Dream (2009), confirmam estes traços.<br />Jogos monotónicos, como simuladores de aviação ou de condução automóvel, tendem a ser mais cansativos ou mais estimulantes, consoante o volume dos baixos e as preferências do jogador, por motores mais histéricos ou mais pesados.</p>
<p>Ao longo de todo um dia de audições, enquanto se trabalha no computador, a proposta T3 da Creative resulta bem aprovada: os volumes discretos próprios de um consumo de música em background, traduzem-se numa presença de qualidade, que não se impõe, que deixa perceber os detalhes, que envolve o ouvinte, sem sugá-lo, ou cansá-lo.</p>
<p><strong>3. Resumo</strong></p>
<p>O Creative Gigaworks T3 consiste num subwoofer de três altifalantes (arquitectura SLAM), duas pequenas colunas e um controlo remoto, com fio. O sistema é essencialmente destinado a audições estéreo + canal dedicado às baixas frequências, utilizando um computador.</p>
<p>O seu desempenho é de qualidade, com limitações na onda média/alta, quando a informação fica complexa. A unidade de subwoofer é muito enérgica, tendo um controlo de volume dedicado, para facilitar equilibrá-la com as colunas principais.</p>
<p>Considerando o propósito para o qual foi desenhado e o seu bom desempenho nesse contexto, está aqui uma proposta que deve ser muito considerada.</p>
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		<title>ZON/TV CABO retira Bloomberg da grelha analógica</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 01:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2008&#8211;02&#8211;20,&#160;a ZON (www.zon.pt), sem qualquer aviso, explicação ou entrada de canal alternativo/substituto, removeu o melhor canal de informação (Bloomberg) da grelha analógica. No mesmo dia também foram chutados o soberbo Aljazeera e o &#8220;Infinito&#8221;. E sobe a men$alidade&#8230; (!)
Muitos não compreendem quão excelente é o Bloomberg. Só ao cabo de uns dias de visionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2008&ndash;02&ndash;20,&nbsp;a ZON (<a href="http://www.zon.pt/">www.zon.pt</a>), sem qualquer aviso, explicação ou entrada de canal alternativo/substituto, <font color="#ff0000">removeu</font> o melhor canal de informação (<strong>Bloomberg</strong>) da grelha analógica. No mesmo dia também foram chutados o soberbo <strong>Aljazeera</strong> e o &ldquo;<strong>Infinito</strong>&rdquo;. E sobe a men$alidade&hellip; (!)</p>
<p>Muitos não compreendem quão excelente é o <strong>Bloomberg</strong>. Só ao cabo de uns dias de visionamento comparativo com outros canais é que fica evidente que não se pode viver informado sem ele. Não existe nenhum canal, nos pacotes ZON ou MEO, que se aproxime da qualidade do <strong>Bloomberg</strong>. A informação <strong>Bloomberg</strong> é abundante, diversificada, rigorosa, permanente, <em>realtime</em>, *muito* bem realizada, e de cariz globalizado, com manhãs&nbsp;[predominantemente] Europeias, tardes [predominantemente]&nbsp;Americanas e noites [predominantemente] Asiáticas, com entrevistas em directo a algumas das pessoas <em>realmente</em> sapientes e/ou&nbsp;influentes, e sem recurso a&nbsp;técnicas de poeira-para-os-olhos, como pares de locutores a chutarem entre si a leitura de assuntos dos quais nada sabem e não querem saber, estilo <strong>CNN</strong>.</p>
<p>O <strong>Bloomberg</strong> também tem programas especiais e fins-de-semana temáticos, por exemplo dedicados ao negócio da Arte e ao empreendedorismo, com casos concretos de empresas de HOJE.</p>
<p>Agora vejo o <strong>Bloomberg [USA] </strong>pela Internet. Basta uma procura por &ldquo;Bloomberg online tv&rdquo;, para descobrir&nbsp;URLs para a emissão a 200 kbps. Se não fosse a Internet, seria o obscurantismo.</p>
<p>Como se escreve em &ldquo;<a href="http://freakonomics.blogs.nytimes.com/">Freakonomics</a>&rdquo;, &ldquo;o Sol é o melhor detergente&rdquo;. A Internet é o Sol da Economia do Conhecimento.</p>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/zon">zon</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/bloomberg">bloomberg</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/aljazeera">aljazeera</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/cnn">cnn</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/infinito">infinito</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/tv">tv</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/stream">stream</a></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Óleos, para motores de automóvel&#8230;</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2008/12/27/oleos-para-motores-de-automovel/</link>
		<comments>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2008/12/27/oleos-para-motores-de-automovel/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 12:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Aquando das revisões, a VW põe sempre óleo 505.01 (4.5 Litros de GALP FORMULA 5W-40) no meu carro.
De acordo com esta página:http://www.roelz.be/VAG/vw_oilspecs.htmlesse é o óleo certo para motores &#8220;PD&#8221;, que são os que têm &#8220;unit injectors&#8221; &#8211; dispositivos que geram altas pressões. Este óleo foi concebido para as altas pressões.
NÃO é um óleo &#8220;long life&#8221;&#160;- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aquando das revisões, a VW põe sempre óleo 505.01 (4.5 Litros de GALP FORMULA 5W-40) no meu carro.</p>
<p>De acordo com esta página:<br /><a href="http://www.roelz.be/VAG/vw_oilspecs.html">http://www.roelz.be/VAG/vw_oilspecs.html</a><br />esse é o óleo certo para motores &ldquo;PD&rdquo;, que são os que têm &ldquo;unit injectors&rdquo; &#8211; dispositivos que geram altas pressões. Este óleo foi concebido para as altas pressões.</p>
<p>NÃO é um óleo &ldquo;long life&rdquo;&nbsp;- que permita mais que 15000 quilómetros entre revisões &ndash; e não me parece que existam óleos &ldquo;long life&rdquo; para viscosidades de norma&nbsp;SAE 40 (SAE = Society of Automative Engineers).<br />Em geral, parece que uma viscosidade abaixo de SAE 40 e mais detergente na composição química do óleo, ajudam a fazer mais quilómetros.</p>
<p>Os óleos VAG (as especificações da VW) 507.00 ou 506.01 são &ldquo;long life&rdquo;, 0W-30, às vezes &ldquo;mandatórios&rdquo; para alguns carros de topo da VW, como os Phaeton e Touareg.</p>
<p>O Mobil One que um dia comprei é VW 505.00 e 0W-40.<br />Não sei se poderia ser considerado &ldquo;VW 505.01&rdquo;, se fosse testado, ou se foi testado e falhou o teste. É&nbsp;um óleo &ldquo;fully synthetic&rdquo;, enquanto que&nbsp;muitos 505.01, de acordo com fóruns que li, não são.<br />Por outro lado, também li que &ldquo;não&nbsp;existem óleos 505.01 fully synthetic&rdquo;, o que é mentira, a não ser que alguns produtos que se encontram à venda sejam caluniosos nas suas alegações.</p>
<p>Um&nbsp;óleo 506.01 é, no papel, a versão &ldquo;long life&rdquo; do 505.01 &ndash; vou perguntar na Auto-Latina porque não fazem antes essa opção.</p>
<p>Quanto a entender os números dos óleos, para automóvel, à venda na Europa&hellip;</p>
<p>A viscosidade de interesse em motores de automóveis, é a viscosidade cinemática, que mede a resistência/velocidade de um líquido a escorrer ao longo de uma área.</p>
<p>A unidade típica de medida é Centistoke (cSt), sendo 1 cSt = 1 mm^2/s.</p>
<p>A viscosidade baixa (o óleo perde espessura) quando a temperatura sobe. Por isso, para o meu motor em particular, cuja temperatura óptima de funcionamento é 90C, interessaria ler a viscosidade de algum óleo específico, a 90 celsius.</p>
<p>A viscosidade é assim uma medida da espessura do óleo. Mas&nbsp;o motor agradece um óleo &ldquo;fino&rdquo; quando está frio, para arrancar, e relativamente &ldquo;espesso&rdquo; quando está quente e em operação. O óleo fica menos espesso / menos viscoso, quando a temperatura sobe. Se o funcionamento de um motor o aquecesse ao ponto de fragmentar o óleo, o óleo deixaria de lubrificar, com efeitos terríveis para a longevidade do motor.</p>
<p>Assim, os óleos típicos são &ldquo;multi-grade&rdquo; &ndash; o que significa que foram concebidos para terem uma viscosidade adequada, &ldquo;frios&rdquo; e &ldquo;quentes&rdquo; &ndash;&nbsp;referindo, na embalagem,&nbsp;a viscosidade para &ldquo;frio&rdquo; e para &ldquo;quente&rdquo;, normalmente no sistema SAE, em que se usa o sufixo W, para a especificação de &ldquo;baixa temperatura&rdquo;.</p>
<p>Por exemplo,&nbsp;a designação &ldquo;5W-40&rdquo;, refere um &ldquo;multi-grade&rdquo; desde as especificações SAE 5W&nbsp;até SAE 40.</p>
<p>Um óleo<br />SAE 30 tem 9.3 a 12.5 cSt @ 100C (logo um valor superior, a 90C);<br />SAE 40 tem 12.5 a 16.3 cSt @ 100C (logo um valor superior, a 90C).</p>
<p>Quanto a &ldquo;mudar o óleo você mesmo&rdquo;, parece-me que está fora de questão, para as minhas condições e aptidões: requer algum material, é sujo, e nos TDI obriga a tirar uma placa protectora de baixo do automóvel, que depois não é fácil de firmar/fixar.</p>
<p>Em todo o caso, estão aqui instruções:</p>
<p><a href="http://forums.clublupo.co.uk/index.php?s=b8afc690ff6d1afcbf88304a7c794f7f&amp;showtopic=34032&amp;st=0&amp;p=420115&amp;#entry420115">http://forums.clublupo.co.uk/index.php?s=b8afc690ff6d1afcbf88304a7c794f7f&amp;showtopic=34032&amp;st=0&amp;p=420115&amp;#entry420115</a></p>
<p>Outras páginas de interesse, que consultei para este apontamento:</p>
<p><a href="http://www.vwvortex.com/artman/publish/article_319.shtml?page=2">http://www.vwvortex.com/artman/publish/article_319.shtml?page=2</a>&nbsp;- review do Lupo 1.2 TDi.</p>
<p><a href="http://www.roelz.be/VAG/vw_oilspecs.html">http://www.roelz.be/VAG/vw_oilspecs.html</a>&nbsp;- a minha página favorita sobre óleos.</p>
<p><a href="http://forums.tdiclub.com/showthread.php?t=129373&amp;page=1">http://forums.tdiclub.com/showthread.php?t=129373&amp;page=1</a>&nbsp;&ndash; página debatidíssima, sobre alguém que desistiu de usar o óleo recomendado e passou a usar o mais barato que consegue comprar, para ver quanto tempo dura o motor.</p>
<p><a href="http://www.honestjohn.co.uk/forum/post/index.htm?t=63556">http://www.honestjohn.co.uk/forum/post/index.htm?t=63556</a>&nbsp;&ndash; uma pergunta sobre misturar óleos. Sem resposta conclusiva.</p>
<p><a href="http://www.bobistheoilguy.com/basic_lubrication_design.htm">http://www.bobistheoilguy.com/basic_lubrication_design.htm</a>&nbsp;&ndash; uma página interessante sobre lubrificação.</p>
<p><a href="http://www.bobistheoilguy.com/forums/ubbthreads.php?ubb=showflat&amp;Number=933492&amp;fpart=6">http://www.bobistheoilguy.com/forums/ubbthreads.php?ubb=showflat&amp;Number=933492&amp;fpart=6</a>&nbsp;&ndash; uma thread sobre óleos para VW.</p>
<p><a href="http://www.autospeed.com.au/cms/A_0788/article.html">http://www.autospeed.com.au/cms/A_0788/article.html</a>&nbsp;&ndash; o meu ponto de partida para este apontamento.</p>
<p><a href="http://www.wearcheck.com/literature/techdoc/WZA007.htm">http://www.wearcheck.com/literature/techdoc/WZA007.htm</a>&nbsp;&ndash; uma repetição do recurso anterior, mas noutro URL.</p>
<p><a href="http://www.autoeducation.com/autoshop101/oil-change.htm">http://www.autoeducation.com/autoshop101/oil-change.htm</a>&nbsp;&ndash; uma página sobre óleo e lubrificação do motor.</p>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/vw">vw</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/lupo">lupo</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/tdi">tdi</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/oil">oil</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/visosidade">visosidade</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/lubrificação">lubrificação</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/carro">carro</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/motor">motor</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/manutenção">manutenção</a></div>
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		<title>Regularização extraordinária de dívidas do Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 20:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.sgmf.pt/rede/
Tags:  egov, portugal
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sgmf.pt/rede/">http://www.sgmf.pt/rede/</a>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/egov">egov</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/portugal">portugal</a></div>
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		<title>Microsoft ITeach @ Microsoft Portugal, 2006-11-16</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/11/19/microsoft-iteach-microsoft-portugal-2006-11-16/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Nov 2006 18:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[edu]]></category>

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		<description><![CDATA[ITeach é mais uma iniciativa da Microsoft Portugal, para a educação. A sua apresentação aconteceu na quinta-feira, 2006&#8211;11&#8211;16.O site oficial&#160;está em http://www.iteach.pt/default.aspx.
Cheguei ao evento ITeach, pelas 13:55, tendo logo encontrado Vitor Santos&#160;&#8211; Gestor de Programas Académicos de Ciência dos Computadores da Microsoft Portugal &#8211; e o Professor Brasileiro Flávio Soares Silva, do Laboratório de Lógica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ITeach é mais uma iniciativa da Microsoft Portugal, para a educação. A sua apresentação aconteceu na quinta-feira, 2006&ndash;11&ndash;16.<br />O site oficial&nbsp;está em <a href="http://www.iteach.pt/default.aspx">http://www.iteach.pt/default.aspx</a>.</p>
<p>Cheguei ao evento ITeach, pelas 13:55, tendo logo encontrado <strong>Vitor Santos</strong>&nbsp;&ndash; Gestor de Programas Académicos de Ciência dos Computadores da Microsoft Portugal &ndash; e o Professor Brasileiro <a href="http://www.ime.usp.br/~fcs/">Flávio Soares Silva</a>, do <a href="http://www.ime.usp.br/~liamf/">Laboratório de Lógica, Inteligência Artificial e Métodos Formais</a>, da Universidade de São Paulo, que faria a terceira apresentação do dia.</p>
<p>Foi com o Professor&nbsp;Flávio Silva e, depois, com docentes do Instituto Politécnico de Beja &ndash; Luís Garcia e João Barros &ndash; que fiquei até ao início das sessões.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="Microsoft Portugal - João Oliveira" src="http://arturmarques.com/images/blog/ms_pt_joao_oliveira.jpg" border="0" />&nbsp;</td>
<td valign="top">A primeira pessoa a falar foi <strong>João Oliveira</strong>, Director da Unidade de Negócio de Desenvolvimento e Plataformas, da Microsoft Portugal.<br />Agradeceu a presença de todos e fez um resumo do que iria ocorrer ao longo da tarde, até às 18 horas.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="Microsoft EMEA - Mauricio Ulargui" src="http://arturmarques.com/images/blog/ms_emea_mauricio_ulargui.jpg" border="0" />&nbsp;</td>
<td valign="top">
<p>O segundo interveniente foi <strong>Mauricio Ulargui</strong>, o espanhol &#8220;Academic Director for Microsoft EMEA&#8221;; ou seja, o responsável #1 da Microsoft para a relação com a &ldquo;Academia&rdquo;, na Europa, no Médio-Oriente e em África (EMEA = Europe Middle-East and Africa). Bill Gates desempenha hoje as mesmas funções, nos EUA.</p>
<p>Ulargui, com um sotaque exótico, falou em inglês sobre o interesse da Microsoft pela educação. Numa só frase, &ldquo;é um interesse estratégico&rdquo;. As empresas cujo domínio é apenas suportado pela liderança do seu produto/serviço tendem a ser rapidamente substituidas por outras, mercê dos ciclos de produto e da natureza da inovação.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;Uma empresa pode sustentar uma posição de liderança, por redes de parceriais. Por exemplo,&nbsp;a&nbsp;Microsoft não vende nem suporta directamente os seus produtos: fá-lo por intermédio de parceiros de negócio.<br />Na Educação, a Microsoft vê nas escolas parceiros que &ldquo;sabem como&rdquo; (know-how), mas que podem necessitar de apoios diversos, do financiamento à&nbsp;facilitação no acesso a recursos e contactos com outras organizações.</p>
<p>É essa simbiose Microsoft-ensino, que o programa ITeach objectiva intensificar e elevar, por exemplo, na forma de cursos e materiais de apoio pedagógico.<br />Outras iniciativas relacionadas são:</p>
<p><a href="http://msdn.microsoft.com/academic/">http://msdn.microsoft.com/academic/</a>&nbsp;&ndash; developers&rsquo; network;<br /><a href="http://imaginecup.com/">http://imaginecup.com</a> &ndash; concursos para estudantes;<br /><a href="http://student-partners.com/">http://student-partners.com</a> &#8211; programa, para estudantes, mas que não inclui Portugal;<br />e mais, consultáveis a partir de <a href="http://www.microsoft.com/education/">http://www.microsoft.com/education/</a>.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="Universidade de São Paulo - Flávio Silva" src="http://arturmarques.com/images/blog/usp_flavio_silva.jpg" border="0" />&nbsp;</td>
<td valign="top">
<p>A terceira pessoa a falar foi <strong>Flávio Silva</strong>. Esta foi a primeira apresentação não-Microsoft.<br />Flávio Silva falou do problema da &#8220;quebra de atractividade dos cursos de Informática e Computação, a nível global&#8221;.<br />Este problema está identificado: na sua escola: &#8220;há 3 anos havia 60 candidatos por vaga, agora há menos de 30&#8230;&#8221;.<br />A tendência parece ser global: &#8220;o mesmo ocorre nos EUA e na Europa&#8221;.</p>
<p>Não são compreendidas as causa do fenómeno, aparentemente paradoxal, no contexto de uma sociedade cada vez mais intensa, do ponto de vista da tecnologia, da computação e da automação.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Foi então formulada uma recta de hipóteses explicativas:<br />- no extremo esquerdo situa-se um desínteresse acentuado dos candidatos pela tecnologia/Informática/automação;<br />- no extremo direito situa-se uma total desadequação, da forma de ensinar.</p>
<p>Flávio Silva argumentou que as explicações se situarão entre os extremos.</p>
<p>Explicou então como a sua escola tem procurado contrariar a tendência. Basicamente, em vez de fazer &#8220;chover&#8221; matéria sobre os alunos, primeiro cria-se-lhes a necessidade; isto é, os alunos têm que resolver problemas que lhes façam sentir carências em matérias, comummente associadas a adjectivos como &#8220;chatas&#8221;, &#8220;inúteis&#8221; e/ou &#8220;difíceis&#8221;.<br />Este esforço tem sido aplicado&nbsp;em licenciaturas e&nbsp;em mestrados, com &ldquo;algum sucesso&rdquo;, recorrendo a videojogos: os alunos sentem-se motivados pela vertente lúdica do videojogo e estudam com prazer matérias sem as quais o videojogo não poderia ser concebido, como lógica para inteligência artificial, álgebra para gráficos e física para a credibilidade nos movimentos.&nbsp;</p>
<p>Depois do intervalo &ldquo;para café&rdquo;, falou <strong>António Bob Santos</strong>, da CNEL (Coordenação Nacional da Estratégia de Lisboa), ou seja a entidade coordenadora do &ldquo;<a href="http://www.i-gov.org/">Plano Tecnológico</a>&rdquo; para Portugal.</p>
<p>Foi uma apresentação em que o MICrofone não funcionou, prejudicada por algum bla bla de fundo. O tema era de grande interesse: uma aferição de Portugal, em termos de qualificações escolares, relativamente a outros países da Europa, recorrendo a gráficos da UE (União Europeia) a 15 e, outras vezes, a gráficos da UE &laquo;alargada&raquo;.</p>
<p>Para além das qualificações, a aferição abrangeu assuntos relacionáveis, como a penetração da Internet de banda larga.</p>
<p>Sobre estas matérias de Economia do Conhecimento e de Políticas Públicas de Comunicações, este site publica os seguintes recursos:</p>
<p><a href="http://arturmarques.com/edu/em1/docs/em1_02_internet_e_economia_do_conhecimento.pdf">Internet e Economia do Conhecimento</a></p>
<p><a href="http://arturmarques.com/old_news/2003/news_29_january_2003.htm#tplana">Tarifa Plana</a></p>
<p>Os estudos apresentados parecem sugerir uma divergência entre o diagnóstico e a acção: em Portugal, desce o investimento público em educação superior, principalmente quando os cursos têm menos procura. Como muitos cursos com pouca procura são cursos tecnológicos, isto significa uma admissão de &ldquo;é importante qualificarmos a população para a Economia da Informação&rdquo;, mas uma decisão de &ldquo;não há dinheiro para cursos tecnológicos, se não tiverem procura&rdquo;&hellip;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="FCT-UNL - Pedro Guerreiro" src="http://arturmarques.com/images/blog/fct_pedro_guerreiro.jpg" border="0" />&nbsp;</td>
<td valign="top">
<p>Por fim, falou o&nbsp;professor <strong>Pedro Guerreiro</strong>, da FCT-UNL (Faculdade de Ciências e Tecnologia &ndash; Universidade Nova de Lisboa).<br />Reconhecido como uma pessoa estimulante, sempre esforçada em motivar a audiência, Pedro Guerreiro conversou sobre boas práticas pedagógicas, no ensino de disciplinas como Programação, Fundamentos de Programação e afins.&nbsp;</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Algumas das suas sugestões passam pelo (1) recurso a ferramentas como <a href="http://moodle.com/">Moodle</a>&nbsp;(um Course Management System), para a criação de uma comunidade escolar online, e&nbsp;(2) <a href="http://mooshak.dei.uc.pt/~mooshakdei/">Mooshack</a>&nbsp;(um classificador automático de programas de computador, como certos ou errados, em função das saídas que escrevem para ficheiro, relativamente a um ficheiro de respostas certas).</p>
<p>Também foi recomendada a participação em concursos de programação e apresentado um ranking dos &ldquo;melhores programadores&rdquo;, dominado por pessoas de países como Polónia e Rússia&hellip;</p>
<p>Não foi discutido o que é um &ldquo;bom programador&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;João Oliveira&nbsp;encerraria&nbsp;a sessão, com agradecimentos aos oradores e à assistência.</p>
<p>Foi proveitoso.</p>
<p>Os slides utilizados por cada um dos oradores deverão&nbsp;ser&nbsp;publicados no <a href="http://www.iteach.pt/">ITeach.pt</a>.</p>
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