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I bought the ultra-portable Sanyo Xacti E6x, for casual photo shooting.
Unfortunately, I was a victim of “bad pixels”: points in the CCD sensor grid, that aren’t responding properly, causing wrong colors to appear on the photo.
After hundreds of photos with exactly the same “bad pixels” problem, at the exact same locations – (218, 392) and (2218, 1052) –, I am 100% sure that I wil return the product to the vendor (Pixmania).
You can download one of those photos (the most uninteresting of them all), but keep in mind that it has a resolution of 2216×1052 [2.5 MB].

Picture 1 (of 4) – 320 pixels version of SANY009.JPG: a 2816×2112 (6 MPixels) original, taken with a Sanyo Xacti 6Ex, with bad pixels.
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Picture 2 (of 4) – This is picture #2, with small red arrows pointing to the bad pixels, which are only easily visible on the original 2816×2112 (6 MPixels) file, or in the full size snaps below.
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Picture 3 (of 4) – A full size cut of the region with the bad pixel at coordinates 218, 392.
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Picture 4 (of 4) – A full size cut of the region with the bad pixel at coordinates 2218, 1052.
0 comments Friday 18 Aug 2006 | am | complaints, digital-camera, photo
A Pixmania é uma loja online com preços quase tão atraentes como os de Amazon.de e outras lojas online. Quanto não há problemas com as encomendas e com os produtos, é uma maravilha. Infelizmente, quando os problemas surgem, o cliente descobre quão péssimo é o suporte e o atendimento. Comprar deixa de ser um prazer e passa a ser um tormento, principalmente quando há que falar com pessoas frágeis…
O primeiro sinal de imaturidade do site da Pixmania, para Portugal, é a qualidade do português escrito, frequentemente injectado com expressões noutras línguas, a mais frequente o francês, embora o italiano também faça umas aparições (como em “Area rivenditori”…).
Por exemplo, quando o cliente recebe um qualquer e-mail, para confirmação de uma encomenda ou a informar que um pedido de esclarecimentos foi recepcionado, é possível lerem-se gemas como “registramos o seu pedido”. O verbo registar atropelado pelo registrar.
Mas justifica-se ser tolerante e compreender as imperfeições, para ter preços mais interessantes.
O que já não se aceita é a fragilidade, traduzida em má educação, do apoio ao cliente, por telefone, ainda mais com o cliente a pagar…
No meu caso, fiz uma encomenda em 2006–08–12, de um equipamento de ar condicionado, a entregar na minha residência, via transportadora Seur. Ao não ter recebido o aparelho em 2006–08–18, decidi telefonar. Depois de três minutos de música e de informação repetitiva sobre a Pixmania, seguidos de um aviso de que a conversa seria gravada, fui atendido por uma mulher que não se identificou e que, uma vez em posse do nº da encomenda problemática, explicou-me que “não tinha acontecido a expedição, devido a um erro informático”. Tentei articular esta resposta com a informação que o próprio site da Pixmania escrevia, para a mesma encomenda: “O vosso pedido foi objecto de uma expedição. Poderá acompanhar o vosso pedido clicando no número aqui abaixo”. Objectivamente, a Pixmania falava/escrevia a duas vozes e eu (só) pretendia compreender porquê.
Talvez vítima de complexo de perseguição, a mulher que estava do outro lado do telefone, escondida no seu anonimato, acusou-me de “pôr em causa o que dizia”, ao que reagi calmamente, informando-a de que “procurava apenas fazê-la compreender a minha posição”.
Para finalizar, foi-me dito que durante o próprio dia seria contactado pelo responsável de operações. Aguardei. Foi preciso continuar aguardar até dia 2006–09–28…
Em todo o caso, não havia necessidade da conversa ter decorrido como decorreu. O lado positivo é que uma pessoa questiona-se: de que vale fazer compras? Depois de reflectir, talvez se poupem muitos euros. Precisarei mesmo do equipamento que adquiri? Comprar é um risco e eu estou a ficar com aversão ao consumo.
Consumir está a ficar irracionalmente arriscado, com recompensas modestas para quem se atreve.
Nota: eu também gravei o telefonema.
0 comments Friday 18 Aug 2006 | am | PT, complaints
Na quinta-feira 2006–06–22, uma das persianas cá de casa deixou de elevar-se/baixar-se, por meio da manivela que serve para o efeito – suspeitei que tivesse rompido o cabo de aço que faz a ligação do mecanismo da manivela ao rolo da persiana.
Não me senti à altura da tarefa, que poderia envolver - consoante o sítio onde o cabo de aço tivesse quebrado – abrir a caixa superior dos estores propriamente ditos, ou apenas a zona do mecanismo da manivela. A minha prática na reparação destas coisas é zero, pelo que resolvi procurar nas Páginas Amarelas online (www.pai.pt), empresas que fizessem a reparação de estores/persianas.
A minha procura nas Páginas Amarelas, produziu apenas dois resultados, em Lisboa, na zona que me interessava:
(1)
e
(2)
Estes últimos anunciando, entre outras reparações “…Reparação Estores, Reparação Persianas”.
Telefonando para (1), atendeu-me uma senhora, pouco calorosa, que me respondeu que não reparavam persianas com mecanismo manual, por manivela. A mesma senhora não apreciou que eu tivesse usado a palavra “luso” quando inquiri se estava a telefonar para o sítio certo, o que me pareceu exótico, porque é exactamente essa designação que a empresa publica em www.pai.pt.
Telefonando para (2), tudo pareceu formidável. Em poucos minutos, depois de contactarem o técnico de serviço na zona, responderam-me dizendo que o serviço seria feito entre as 19:00 e as 19:30. OK. Mas até às 22:00 nada aconteceu… Pouco depois das 22:00, um senhor muito cordial, telefona-me a explicar que o trabalho anterior arrastou-se e que só estaria disponível pelas 21:30/22:00, mas que eu “ficasse descansado” que ele apareceria. Pelas 22:30, a mesma pessoa telefona, dizendo que - afinal –, tudo complicou-se e que preferiria vir na manhã do dia seguinte, pelas 10:00. OK.
Pelas 11:15 do dia seguinte, sem ter recebido a visita do técnico reparador, enviei-lhe um SMS, ao qual ele respondeu prontamente, explicando que ainda estava em casa, que se tinha distraído com as horas… mas que estaria na minha morada dentro de 30, 40 minutos. Pelas 13:00, perante mais uma falha grosseira da Artécnica, enviei um segundo SMS, a explicar que tinha perdido a confiança nos seus serviços e que já não pretendia a visita do técnico.
Caso encerrado. A imagem de falta de profissionalismo que estas empresas me transmitiram – principalmente a (2) –, foi tal que fiquei convencido que, na zona da grande Lisboa, talvez exista possibilidade de negócio, para quem quiser trabalhar num mercado mal servido, do lado da oferta.
A persiana acabou por ser reparada pelo meu amigo António Monteiro – e foi relativamente simples!
Eis alguns momentos chave da reparação, seleccionados porque poderão servir para casos equivalentes.
Passo #1: identificar onde partiu o cabo. No meu caso, o cabo quebrou na zona do elevador. Esticar o cabo para confirmar que estabelece comunicação com o rolo da persiana: os estores deverão subir/descer.

Passo #2: deve aproveitar-se o máximo de cabo velho possível, porque os comprimentos instalados têm, tipicamente, pouca folga e se se cortar muito, pode comprometer-se a capacidade de elevar/baixar todos os estores. O cabo deve ser endireitado e deve cortar-se o lixo “desfiado”.

Passo #3: o cabo endireitado deve entrar no buraco (interno) MAIOR da roldana elevatória - a ideia é que o percurso entre o orifício maior e menor, funcione como um funil, que estreita para não deixar passar o cabo. Para garantir que o cabo não se escapa pelo túnel, deve dar-se-lhe um nó, ou – por exemplo - fazer um enrolamento de cobre que engrosse.

Passo #4: enfiado o cabo, é preciso ajustar a roldana ao mecanismo elevatório. A integração da roldana com as restantes partes, depende de cada instalação.

2 comments Wednesday 28 Jun 2006 | am | PT, complaints