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	<title>arturmarques.com iLog &#187; AV</title>
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		<title>MARANTZ NR1501</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
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		<description><![CDATA[1. Introdução e descrição
O Marantz NR1501 é um &#8220;AV Receiver&#8221; compacto. Neste caso isto significa que é um amplificador áudio de 7.1 canais, com fichas para a ligação de equipamentos de vídeo, e um sintonizador de rádio AM/FM integrado, tudo num corpo com 9.5 cm de altura e 35 cm de fundo. Estes números devem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Introdução e descrição</strong></p>
<p>O Marantz NR1501 é um &ldquo;AV Receiver&rdquo; compacto. Neste caso isto significa que é um amplificador áudio de 7.1 canais, com fichas para a ligação de equipamentos de vídeo, e um sintonizador de rádio AM/FM integrado, tudo num corpo com 9.5 cm de altura e 35 cm de fundo. Estes números devem ser vistos em relação à generalidade dos equipamentos com as mesmas funções, ou em relação aos equipamentos &ldquo;AV Receivers&rdquo; do passado: todos mais volumosos, o que constitui um factor negativo para os consumidores que valorizam a compatibilidade com espaços para arrumação.</p>
<p>As dimensões estão reduzidas e o preço também: trata-se de um Marantz comparativamente acessível. As contrapartidas começam nas fichas disponibilizadas, ou na sua falta: não estão disponíveis saídas de nível de linha para nenhum dos canais de som envolvente descodificados. Nas modalidades de descodificação mais completas (modos 7.1), isto quer dizer que os sinais identificados para os canais frente-esquerdo, central, frente-direito, posterior-esquerdo, posterior-direito, surround-back-esquerdo e surround-back-direito não poderão ser guiados até amplificadores externos, tendo o utilizador que confiar na amplificação integrada de 50W @ 8 ohms, por canal. Esta potência parece adequada às colunas que se imagina que se associem a este electrodoméstico: colunas elas próprias compactas e/ou eficientes, quando solicitadas. Também faltam entradas para os mesmos canais; ou seja, o NR1501 não poderá ser utilizado para amplificar uma descodificação (7.1) externa.</p>
<p>Sacrificaram-se umas fichas mas, aparentemente, nada mais. A funcionalidade deste Marantz contempla tudo o que hoje é nuclear para &ldquo;cinema-em-casa&rdquo;: conteúdos Dolby True HD, Dolby Digital Plus, Dolby Digital, Dolby Digital EX, DTS-HD, DTS, DTS ES, DTS Neo:6, DTS 96/24 e Dolby Prologic IIx; vídeo digital por HDMI 1.3a (ou seja, compatibilidade com sinais Deep Color e x.v.Color, quando presentes na stream emitida pela fonte); e upscaling de vídeo analógico, para digital, para que o utilizador possa fazer do Marantz um concentrador de fontes de vídeo e depois possa abstrair-se das ligações ao dispositivo de visualização, que poderão ser simplificadas a um único cabo saído de &ldquo;HDMI out&rdquo;.</p>
<p>Regressando ao som, os modos mais recentes são o Dolby True HD e o DTS-HD (Master Áudio e High Resolution Audio). Nas especificações, o Dolby True HD destaca-se por ser lossless (compressão sem perda de dados), enquanto que o DTS-HD Master Áudio suporta áudio com uma resolução digital de até 24 bits e 96 kHz de amostragem, codificados até 24.5 megabits/segundo. Todavia, para a generalidade dos utilizadores, no presente, os modos mais frequentes deverão ser o DTS e o Dolby Digital, ambos em 5.1. O canal &ldquo;surround back&rdquo; exige duas colunas extra para a sua reprodução e esse requisito suplementar, para sessões 7.1, acaba por não ser seguido em muitas instalações.</p>
<p>A parte de trás do aparelho apresenta as seguintes fichas de ligação:<br />&bull;&nbsp;Entradas para antenas AM e FM (ambas fornecidas);<br />&bull;&nbsp;Entradas de vídeo composto e por componentes (Y, Pb/Cb Pr/Cr), para fontes &ldquo;DVD&rdquo;, &ldquo;DSS&rdquo; e &ldquo;VCR&rdquo;;<br />&bull;&nbsp;Saída &ldquo;Monitor Out&rdquo;, por vídeo composto e por componentes;<br />&bull;&nbsp;Entradas de áudio analógico para fontes &ldquo;DVD&rdquo;, &ldquo;DSS&rdquo;, &ldquo;VCR&rdquo;, &ldquo;CD&rdquo;, e &ldquo;AUX2&rdquo;;<br />&bull;&nbsp;Saída de áudio pré-out para as baixas frequências (ficha &ldquo;subwoofer&rdquo;);<br />&bull;&nbsp;Entradas de áudio digital (duas fichas ópticas e uma ficha coaxial);<br />&bull;&nbsp;Fichas de enroscar para todas as colunas de som, excepto para as duas colunas &ldquo;surround back&rdquo;, que são por molas;<br />&bull;&nbsp;Entradas HDMI para as fontes &ldquo;Blu-Ray&rdquo;, &ldquo;Game&rdquo;, &ldquo;DVD&rdquo; e &ldquo;DSS&rdquo;;<br />&bull;&nbsp;Saída HDMI que replica a entrada que estiver seleccionada.</p>
<p>A frente tem um desenho simétrico: ao centro ficam o mostrador LCD e um controlo cursor, que serve para navegar pelo sistema de menus do equipamento (visível quando se utiliza a saída analógica &ldquo;Monitor Out&rdquo;) e para fazer reset ao Marantz (pressionando o cursor para baixo, durante três segundos). O painel frontal está delimitado por dois grandes botões circulares: o selector de fonte de sinal e o controlo de volume.<br />À esquerda do cursor ficam as teclas essencialmente relacionadas com o modo de audição: &ldquo;surround mode&rdquo; (para uma selecção manual), &ldquo;auto&rdquo; (para uma selecção automática em função da fonte escolhida e do tipo de stream identificada), &ldquo;source direct&rdquo; (para desactivar os controlos de tonalidade), e &ldquo;menu&rdquo; (para aceder à configuração do equipamento).<br />À direita do cursor ficam as teclas essencialmente relacionadas com a operação do receiver AM/FM com RDS (Rádio Data System): &ldquo;exit&rdquo; (relacionada com a navegação pelos menus de configuração do aparelho), &ldquo;display&rdquo; (para activar/desactivar o mostrador), &ldquo;band&rdquo; (para comutar entre AM e FM) e &ldquo;memory&rdquo;, para memorizar uma sintonia.<br />Abaixo do selector de fonte de sinal ficam uma saída para auscultadores e uma entrada à qual pode ser ligado o microfone Marantz MC101 fornecido, para o ajuste automático do sistema instalado (colunas presentes, distâncias até ao ouvinte e frequências de resposta).<br />Abaixo do controlo de volume, fica uma entrada &ldquo;AUX1&rdquo;, para a ligação de qualquer fonte analógica de áudio, como um qualquer leitor de MP3 com saída de auscultadores. Ao fugir de fichas Firewire e USB, a Marantz terá conseguido maior simplicidade e alguma economia, assegurando total compatibilidade.</p>
<p><img border="0" alt="Marantz_nr1501_01" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/marantz_nr1501_01.jpg" /></p>
<p>O menu principal do Marantz NR1501 está organizado nas opções &ldquo;System&rdquo;, &ldquo;Input&rdquo;, &ldquo;Speaker&rdquo;, &ldquo;CH Level&rdquo; e &ldquo;Sound Parameter&rdquo;.<br />Em &ldquo;System&rdquo;, o utilizador pode indicar se usa subwoofer, se a saída HDMI também transporta áudio, que controlos de tonalidade estão activos e qual a sua intensidade (bass e treble em dB) e a que fontes é aplicável o vídeo upscaling (auto/component/cvbs/off) &ndash; esta função transforma sinais analógicos de vídeo, como sinais de vídeo composto e de vídeo por componentes, em sinais digitais, transportáveis pela ficha HDMI out.<br />Em &ldquo;Input&rdquo;, pode configurar-se todas e cada uma das fontes de áudio e vídeo, por exemplo dando-lhes nomes personalizados, escolhendo se o modo surround há-de ser automático e mesmo sincronizando áudio e vídeo, em 1/1000 segundos, pela função &ldquo;Lip Sync&rdquo;.<br />Em &ldquo;Speaker&rdquo; fornece-se informação sobre quais as colunas presentes, podendo assinalarem-se todas como ausentes (center: &ldquo;no&rdquo;, surround: &ldquo;no&rdquo;, surround back: &ldquo;no&rdquo;, subwoofer: &ldquo;no&rdquo;), excepto as colunas principais que se assume que estão sempre ligadas. As distâncias das colunas ao ouvinte e o seu limiar de resposta em frequência, medido em Hz, podem ser manualmente fornecidos, ou automaticamente detectados, pela função de &ldquo;auto setup&rdquo;.</p>
<p>A função de &ldquo;auto setup&rdquo; é centrada no microfone Marantz MC101, fornecido. Este microfone, com um longo fio, deve ser ligado à ficha &ldquo;setup mic&rdquo; na unidade central, e esticado até à posição de audição, preferencialmente elevado até ao nível em que os ouvidos das pessoas ficarem. Feito isto, basta escolher &ldquo;start&rdquo; e depois &ldquo;apply&rdquo;, para ter uma calibração que deverá ser exacta, ou perto disso, excepto num detalhe designado de &ldquo;Room Eq Config&rdquo; que, quando activo, compensa as características das colunas de forma a melhor &ldquo;ajustá-las&rdquo; à sala. Por exemplo, se as colunas principais forem muito expressivas nos graves e estiverem numa sala pequena e sem materiais absorvedores de ondas mecânicas, é provável que o &ldquo;auto setup&rdquo; / &ldquo;room eq config&rdquo; opte por diminuir-lhes as baixas frequências. A opção &ldquo;room eq config&rdquo; é binária: está ligada ou desligada. A minha sugestão é que se experimentem ambos os cenários e não se confie de imediato na configuração automática, neste aspecto.</p>
<p>O telecomando RC006SR fornecido parece robusto, mas só uma utilização de longos meses e muitas quedas poderia confirmá-lo. Sempre que uma tecla é pressionada no controlo remoto, acende-se a luz &ldquo;send&rdquo; que é um feedback razoável. As teclas do RC006SR são todavia quase todas indistinguíveis ao toque, com excepção do subir/descer de fonte de sinal, do controlo de volume, e do cursor. Este comando consegue controlar até dez dispositivos, configuráveis por códigos de quatro dígitos, referidos no excelente manual do utilizador.</p>
<p><img border="0" alt="Marantz_nr1501_02" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/marantz_nr1501_02.jpg" /></p>
<p><img border="0" alt="Marantz_nr1501_03" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/marantz_nr1501_03.jpg" /></p>
<p><strong>2. Opinião</strong></p>
<p>Ouvi o Marantz NR1501 sempre com uma instalação de 5 colunas: Paradigm Reference Studio 100 (frente), Castle Keep (centro) e Energy XL16 (surround). O modo sonoro mais frequente foi Dolby Digital 5.1.</p>
<p>Foi com um passeio até ao início da década de 2000, com a primeira season da série &ldquo;Malcolm in the Middle&rdquo;, que começou a minha experiência do Marantz NR1501. Nunca tinha visto o primeiro episódio: a mãe (Lois) corta os cabelos do peito e das costas do pai (Hal), nu, na cozinha, enquanto que as crianças (Malcolm, Reese e Dewey) estão entregues às suas habituais &ldquo;brincadeiras&rdquo; potencialmente destrutivas, no mesmo espaço, com grande naturalidade. Cada episódio é um pacote de 20 minutos de humor que oscila do berrantemente óbvio ao muito subtil. A parte do &ldquo;berrante&rdquo; tem a ver com a voz de Lois (actriz Jane Kaczmarek), quase sempre em modo chicote, para (tentar) controlar as crianças.<br />A música inicial &ldquo;&hellip;you&rsquo;re not the boss of me now&hellip;&rdquo; pareceu pujante com a lírica bem inscrita no palco. As vozes, sem sombra de metal, frieza ou grão, foram naturais. No geral, as sessões foram confortáveis e sem reparos.</p>
<p>No filme &ldquo;Madagascar 2&rdquo;, repleto de momentos musicais, uma grande diversidade vocal e situações extremas que só um filme de animação pode proporcionar, senti que o atributo &ldquo;compacto&rdquo; do Marantz só diz respeito ao seu tamanho e, um pouco, à sua potência.<br />O NR1501 afligiu-se ligeiramente nos momentos mais agitados, incapaz de encher/envolver o espaço em proporção com a maior acção, mas as colunas instaladas são algo exigentes e a pressão sonora era quase festiva. Com volumes moderados, em vez de salientar-se alguma limitação na equipa, sentiu-se antes um calor típico dos bons AV Receivers, reminiscente dos dias em que os amplificadores estéreo dominavam. Para a minha subjectividade, o melhor indicador deste &ldquo;calor&rdquo; é o sustento dos sons, no tempo: uma onda mecânica não se extingue no instante imediatamente seguinte ao do início da sua reprodução, como se o passado acústico não afectasse o presente. Alguma presença residual, por brevíssimos momentos, e a sua interferência, no sentido positivo, na percepção actual, fazem sentido. Este Marantz fez sempre sentido.</p>
<p>Em filmes menos áudio&rsquo;complexos, mas com intensidade pontual e distribuída, como &ldquo;The Wrestler (2008)&rdquo;, este traço confirmou-se: uma reprodução dinâmica e proporcional desde que o volume seja sensato, uma agressividade nula, uma clareza e contraste vincados, e um sustento credível que tornam as audições fáceis e realistas.<br />Com as colunas certas e com doses de volume razoáveis, a qualidade das sessões com o Marantz NR1501 é muito boa!</p>
<p><strong>3. Resumo</strong></p>
<p>O Marantz NR1501 é um &ldquo;AV Receiver&rdquo;: descodificador e amplificador até 7.1 canais, com entradas HDMI 1.3a, e um sintonizador AM/FM RDS integrado.<br />Compacto nas dimensões, sem entradas ou saídas para os canais surround, e 50 W @ 8 ohms, as sessões com este equipamento podem ser de grande qualidade, a volumes sensatos.</p>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/marantz">marantz</a></div>
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		<title>Monitor Audio AirStream 10 (MAAS10)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 19:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ÁUDIO - artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução
O MAAS10 é um sintonizador de rádio, FM e DAB, e um leitor de música digital, servida por Windows Shares ou media servers, com origem na rede local ou na Internet, com fios, ou sem fios.A reprodução é monofónica (!), através um altifalante de 3.5&#8221;, inserido numa estrutura que lhe permite 2.5 litros de volume [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>O MAAS10 é um sintonizador de rádio, FM e DAB, e um leitor de música digital, servida por Windows Shares ou media servers, com origem na rede local ou na Internet, com fios, ou sem fios.<br />A reprodução é monofónica (!), através um altifalante de 3.5&rdquo;, inserido numa estrutura que lhe permite 2.5 litros de volume interno, importantes para descer a resposta em frequência.<br />O amplificador monofónico integrado é de classe A-B, com 7-10W de potência, @8 Ohms.</p>
<p><img border="0" alt="Monitor_audio_airstream10_3" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/monitor_audio_airstream10_3.jpg"/ /></p>
<p>O seu desenho é muito invulgar e isso foi um dos objectivos deste projecto de Charles Minnet: sucesso pleno na diferença.<br />Subjectivamente, uns não considerarão o design em causa apelativo. Outros amá-lo-ão.<br />Objectivamente, a estrutura em S levanta problemas de usabilidade&#8230;<br />Sendo (também) um sintonizador de rádio, a antena recolhível integrada pode subir e descer, mas apenas quando se utiliza o aparelho de forma a que os seus botões fiquem para cima. Uma vez que está prevista a possibilidade de apoiar o MAAS10 como os electrodomésticos vulgares, em que as teclas ficam de frente para os utilizadores, surge o inconveniente de que projectar a antena para fora, nessa posição alternativa, resulta num espigão que dispara de encontro ao corpo de quem se aproximar.<br />Para além disso, devido ao seu corpo em S, quando o AirStream 10 está na horizontal, só se apoia em metade do seu comprimento, e fica fácil desequilibrá-lo, mesmo para a execução das operações mais simples, como seleccionar um preset (posição favorita de FM, DAB ou Internet).<br />Sugiro que se utilize o MAAS10 na vertical.</p>
<p><img border="0" alt="Monitor_audio_airstream10_2" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/monitor_audio_airstream10_2.jpg"/ /></p>
<p>Todavia, o aspecto menos entusiasmante, é a sua monofonia, que faz desta proposta um artigo anacrónico. Se, por um lado, é representativo do contemporâneo, suportando redes com e sem fios (802.11b e 802.11g), e formatos MP3, WMA, AAC e RA (RealAudio), por outro, reduz a reprodução musical a um potencial do passado.<br />A ideia será emular os rádios clássicos, com tecnologia deste século&#8230;</p>
<p>O mostrador é um pequeno LCD com a resolução de 128&#215;64 pontos, correspondentes a 4 linhas de texto. Considero esta resolução suficiente para a interacção nos modos de FM e DAB, mas desadequada para a leitura de MP3, WMA, AAC e RA, porque, com elevada probabilidade, a meta-informação disponível nas músicas terá um número de caracteres que excederá o espaço disponível, e/ou o número de ficheiros para leitura será, pelo menos, na ordem das dezenas, obrigando ao listar para cima/para baixo, recorrendo ao botão central do AirStream 10.</p>
<p>O MAAS10 seria um menos distinto bloco preto ondulado, em corpo de alumínio, com uns botões plásticos flat (sensíveis ao toque mas sem se elevarem do painel), não fosse uma superfície de madeira que contribui para acentuar a sua diferença e aproximá-lo de outra época.</p>
<p>O painel de instrumentos do AirStream 10 acolhe, à esquerda do comando central: a antena telescópica, os botões de On/Standby, Mode (FM, DAB, Internet Radio, Media Player local), Info (como saber a frequência sintonizada ou o nome da música), Menu (para chamar a raíz de uma árvore de opções relacionadas com o modo escolhido no momento), EQ (para influenciar os graves/agudos), Alarm (para aceder às funções de alarme) e Sleep/Snooze (para adormecer um alarme activo por 5 minutos&#8230;).<br />O comando central é o controlo de volume e também o cursor para navegação nos menus.<br />À direita do comando central fica o mostrador rectangular. Em cada um dos cantos está um tecla flat (etiquetada de &ldquo;1&rdquo;, &ldquo;2&rdquo;, &ldquo;3&rdquo; ou &ldquo;4&rdquo;), para selecção de um preset. Os presets são independentes de modo para modo; isto significa que, por exemplo, os presets de DAB não colidem com os presets FM.</p>
<p>A função de Alarm, é interessante e útil. Podem estabelecer-se dois alarmes e indicar-se, quando chegar o momento de activarem-se, qual o modo e qual o preset, que hão-de funcionar.</p>
<p>A face direita, quando se olha de frente para a coluna de som integrada, tem todas as fichas: a ficha de electricidade (à qual deverá ligar-se o alimentador externo fornecido), a ficha Ethernet (para fazer tráfego Internet, por cabo), uma saída estéreo para auscultadores (por jack de 3.5mm), uma saída estéreo de intensidade fixa (3.5 mm), e uma entrada auxiliar, para ouvir algum equipamento externo através deste Monitor Audio.</p>
<p>Como produto, o MAAS10 transpira atenção aos detalhes. Fiquei muito impressionado com a qualidade do manual do utilizador: ilustrado, bem escrito, e exaustivo! E note-se como o alimentador externo vem complementado com adaptadores que permitirão ligá-lo a tomadas no Reino Unido, em Portugal, e/ou nos EUA. Elogiável.</p>
<p>As tecnologias de redes sem fios suportadas são as 802.11b e 802.11g. Isto significa velocidades até 54 Mbps. Para segurança, estão disponíveis WEP (64/128 bits), WPA e WPA2.<br />A configuração pode ser totalmente automática, excepto se o router e/ou ponto-de-acesso sem fios não fizer broadcast do seu identificador SSID (Service Set Identifier). Nesse caso o SSID terá que ser referido manualmente.<br />A configuração automática detecta as redes sem fios, no arranque. Ao seleccionar-se uma rede protegida, terá que fornecer-se a password de acesso correspondente.<br />Os momentos de configuração poderão ser uma chatice, principalmente no caso de passwords fortes: não havendo um teclado, introduzir essas passwords é um joguete que se faz com o botão central do aparelho, rodando para a esquerda, para a direita, confirmando&#8230; Não é nada complicado, mas pode ser lento.<br />Estabelecida a ligação, pelo sub-menu das Stations disponíveis, principalmente navegando por género, podem descobrir-se fontes muito boas, num universo de quase vinte mil possibilidades! Ao menos aquando da sua primeira utilização, os sub-menus de Internet Rádio podem demorar uns segundos a serem carregados.</p>
<p><img border="0" alt="Monitor_audio_airstream10_4" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/monitor_audio_airstream10_4.jpg"/ /></p>
<p>O sintonizador FM (87.5 a 108 MHz) suporta RDS e a busca de estações por nome e por tipo de programação.</p>
<p>De acordo com as especificações escritas, o sintonizador DAB cobre o espectro dos 174 aos 240 MHz e streams até 192 kbps &ndash; desta forma, desde que se esteja no litoral de Portugal, será possível ouvir as emissões da RDP (canal 12B VHF, 225.648 MHz) mesmo que tenham largura de banda superior aos 192 kbps aparentemente documentados: a Antena 2 broadcasta (neologismo&#8230;) a 224 kbps, enquanto que a Antena 1 e a Antena 3 emitem a 196 kbps. No meu local de recepção o contador de erros oscilou entre os 20 e os 30 (de 0 a 100), o que não é formidável, pois não deverá ser possível sintonizar em condições acima dos 30.</p>
<p><img border="0" alt="Monitor_audio_airstream10_1" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/monitor_audio_airstream10_1.jpg"/ /></p>
<p>Quando se encontrar uma estação que agrade, em qualquer modo, para memorizá-la, bastará pressionar uma tecla de preset durante uns segundos.<br />Quando o equipamento é ligado, arranca no modo e na estação em que foi desligado, o que faz sentido.</p>
<p>O modo de Internet Radio tem algumas possibilidades dependentes do site<br /><a href="http://www.wifiradio-frontier.com/">http://www.wifiradio-frontier.com/</a><br />Para utilizar essas possibilidades extra, como a manutenção de favoritos (conceito distinto de presets), será necessário o registo no site, fornecendo um código de acesso que varia de equipamento para equipamento e é consultado no próprio receptor &ndash; neste caso, é um código alfanumérico de 7 caracteres.</p>
<p><strong>Para além do rádio &ndash; opinião</strong></p>
<p>A forma mais simples de consumir música não-rádio com este Monitor Audio é através da rede local, via Windows Shares (pastas partilhadas). Basta partilhar uma pasta no computador, e, no modo Media Player, o AirStream 10 deverá conseguir encontrá-la. Se falhar, é porque algum mecanismo de protecção, do lado do PC, o está a impedir, ou os equipamentos estão configurados em redes diferentes.</p>
<p>O modo de leitura a partir de ficheiros presentes na rede local é diferente do modo Internet Radio. Por exemplo, quando se faz pausa em Internet Radio, na realidade só se corta o volume (mute), porque a música prossegue no tempo. Em modo Media Player, pausa é mesmo pausa: será possível retomar a reprodução no exacto ponto em que foi suspensa.</p>
<p>A outra forma de explorar a música que exista &ldquo;lá por casa&rdquo;, através da rede local, com ou sem fios, é através da Library do programa Windows Media Player (v11+).<br />O Monitor Audio AirStream 10 deverá ser acrescentado a lista de dispositivos com os quais o Media Player aceita fazer a partilha de conteúdos (menu Library ? opção Media Sharing), sendo, infelizmente, identificado como &ldquo;unknown device&rdquo;. Mas o streaming resultará. Outras aplicações UPnP (Universal Plug and Play) também poderão resultar.</p>
<p>No meu caso, a configuração não poderia ter sido mais simples: um PC, sem ligação à Internet, com conteúdos abertamente partilhados para uma rede local, por cabos. E como foi a qualidade da reprodução?</p>
<p>O som monofónico foi frustrante para música, mas muito bom para livros falados e entrevistas radiofónicas.</p>
<p>O som do AirStream 10 é firme (consistente no timbre, ao longo do tempo), expressivo (sem distorções e sem transmitir esforço, mesmo a volumes razoáveis), e aveludado (sem frequências estridentes, principalmente no espectro das vozes).<br />Assim, a pequena coluna de 3.5&rdquo; facilita audições longas e inteligíveis; isto é, que se compreendem muito bem.<br />Com música, a monofonia cobra um preço na envolvência e na sensação de palco.</p>
<p><strong>Resumo</strong></p>
<p>O MAAS10 é um sintonizador de rádio, FM e DAB, e um leitor de música digital, servida por Windows Shares ou media servers, com origem na rede local ou na Internet, com fios, ou sem fios (802.11b, 802.11g).<br />A reprodução é monofónica, por uma só coluna de 3.5&rdquo;.</p>
<p>Tem um desenho exótico que deverá deixar poucos indiferentes.<br />A sua qualidade áudio é, acima de tudo, inteligível.</p>
<p>É um equipamento fácil de ouvir e fácil de utilizar, considerando as diferentes tecnologias integradas.</p>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/audio">audio</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/monitor+audio">monitor+audio</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/airstream">airstream</a></div>
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		<title>Creative Gigaworks T3</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 11:52:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[1. Introdução e descrição
O Creative Gigaworks T3 é um sistema de som 2.1, orientado aos utilizadores de computadores, que pretendam um som de qualidade superior à possível com as pequenas colunas activas comuns, sem entrarem na complexidade e na despesa que um sistema de alta-fidelidade clássico representa, com o seu amplificador dedicado e as suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Introdução e descrição</strong></p>
<p>O Creative Gigaworks T3 é um sistema de som 2.1, orientado aos utilizadores de computadores, que pretendam um som de qualidade superior à possível com as pequenas colunas activas comuns, sem entrarem na complexidade e na despesa que um sistema de alta-fidelidade clássico representa, com o seu amplificador dedicado e as suas colunas, de dimensões pouco compatíveis com a generalidade das secretárias.</p>
<p>Sendo um sistema estéreo com um canal/coluna de baixas frequências, o Gigaworks T3 representa também uma simplificação, pragmática, relativamente aos sistemas 5.1 e mesmo 7.1, que, na generalidade das instalações para computador constituem um excesso sem proveito.<br />Os únicos conteúdos interactivos capazes de explorarem todos os canais de sistemas de som com mais unidades, são alguns vídeo jogos. A fruição vantajosa dos detalhes envolventes, nesses casos, exige amplificação e colunas de som refinadas, devidamente posicionadas, que não estão disponíveis nos pacotes vulgares, em que o se compra é a multiplicação do barulho.<br />Por outras palavras, é sensato aprender com a utilização efectiva dos computadores de secretária e desenhar sistemas alinhados com essa utilização. O que se sabe &ndash; e que não deverá constituir surpresa &ndash; é que a generalidade das pessoas que utilizam o áudio do PC, pretendem ouvir música e/ou ver filmes e/ou jogar, com qualidade sonora, dispondo de pouca área para arrumarem os dispositivos.</p>
<p>O sistema T3 endereça muito bem o desafio da &ldquo;pequena pegada&rdquo; na secretária: as suas duas colunas, destinadas à reprodução dos canais esquerdo e direito, têm o volume de um punho fechado. A área que os respectivos pés ocupam não é superior à necessária para pousar um telemóvel. São tão pequenas que muitos interrogar-se-ão como será possível terem uma qualidade sonora decente.<br />Existe um terceiro pequeno componente: o controlo de volume, que também serve de saída para auscultadores e de entrada para alguma fonte de sinal externa. Este componente liga-se à unidade central por um fio, sendo pois um controlo remoto com fio.</p>
<p>As colunas (cada uma com 350 gramas) e o controlo remoto ligam-se ao &ldquo;coração&rdquo; do Gigaworks T3 por cabos robustos, de terminações douradas, que transmitem uma mensagem de qualidade.<br />No centro das operações está uma caixa (de 6 kg), que é a unidade de subwoofer activo, composta por três altifalantes idênticos (!), de 16.5 cm de diâmetro, disparando em outras tantas direcções, num desenho que a Creative apelida de &ldquo;SLAM&rdquo; (Symmetrically Loaded Acoustic Module). A questão da orientação é menos relevante com baixas frequências do que com agudos: esta disposição é, em parte, fundamentada pela não existência de um abertura na caixa, que é uma solução frequente para conseguir maior expressão dos baixos.<br />A parte posterior da caixa SLAM apresenta (1) duas fichas RCA, às quais se ligam as duas colunas &ldquo;principais&rdquo;, (2) uma entrada RCA estéreo (L+R) para a fonte de sinal analógico, (3) um controlo de volume que só afecta o subwoofer, e (4) uma tomada para o controlo remoto, com fio.</p>
<p>Todas as unidades são pretas e sóbrias, com o logótipo da Creative no canto inferior direito. As grelhas dos altifalantes do subwoofer têm uma orla circular metalizada. As grelhas protectoras das colunas são de tecido e, removidas, desvendam altifalantes cinzento-metalizado.<br />O subwoofer tem a potência de 50 Watt @ 8 Ohm, respondendo, de acordo com a ficha técnica, a partir dos 30 Hz. As colunas esquerda e direita, com os seus altifalantes de 5 cm, são de 15 Watt @ 8 Ohm e respondem até aos 20 KHz.</p>
<p>Assim, instalar um Gigaworks T3 faz-se em dois passos: (1) ligar as duas colunas e o controlo remoto à unidade central, (2) ligar a unidade central ao computador, ou a outra fonte de sinal, e depois à electricidade.<br />O botão de on/off está no movimento do próprio controlo remoto de volume, que parece um rato informático. Identifiquei um tempo de atraso perceptível entre os comandos para mudar o volume e esse efeito concreto, principalmente quando se parte da posição de silêncio/sistema desligado: na primeiríssima das minhas sessões aconteceu um grande estardalhaço porque, sem som de imediato (e durante mais de um segundo), girei o som para o máximo, apanhando um susto, quando a resposta aconteceu.</p>
<p><img alt="480_creative_gigaworks_t3_04" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/480_creative_gigaworks_t3_04.jpg" border="0" /></p>
<p>Acima: subwoofer + colunas</p>
<p><img alt="480_creative_gigaworks_t3_03" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/480_creative_gigaworks_t3_03.jpg" border="0" /></p>
<p>Acima: colunas</p>
<p><img alt="480_creative_gigaworks_t3_01" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/480_creative_gigaworks_t3_01.jpg" border="0" /></p>
<p>Acima: controlo remoto</p>
<p><img alt="480_creative_gigaworks_t3_05" src="http://www.arturmarques.com/images/blog/480_creative_gigaworks_t3_05.jpg" border="0" /></p>
<p>Acima: ligações</p>
<p><strong>2. Opinião</strong></p>
<p>Comecei por ouvir Pet Shop Boys (PSB) / Yes (2009). Música electrónica com muita voz. O passo é marcado por batidas curtas e baixas; nas antípodas do espectro estão alguns efeitos de transição, como instrumentos virtuais inspirados em instrumentos de sopro; e a voz é a de um Neil Tennant, consistente, complementado por alguns colectivos.<br />Foi um desempenho razoável da equipa T3! Tive que diminuir o volume dedicado do subwoofer para o seu mínimo possível, porque os &ldquo;boom-boom&rdquo; estavam a eclipsar a voz. A letra da música não estava tão cristalina como no meu sistema PC habitual (amplificador Creek 4330 + 2x Energy XL-16 + subwoofer Energy ES-8), devido a um certo atropelo entre eventos na onda média: uma definição vocal aquém do que eu teria preferido.<br />Mas fiquei impressionado, pela positiva: a estereofonia é &ldquo;grande&rdquo;, edificando um palco alto e largo, muito para além do que sugerem altifalantes tão discretos, e o subwoofer com três unidades é pujante, noticiável, muito óbvio nas suas intervenções.<br />O sistema está no seu melhor a volumes discretos e mais intensos, desde que não se atinja a fronteira do festivo. O subwoofer é desproporcionalmente capaz, relativamente às colunas principais, no sentido de que se afirma sem tropeções, ao longo de um maior curso de volume e de forma mais vincada: foi/é boa ideia a presença de um controlo de volume independente para os baixos.</p>
<p>Em jogos, como qualquer um da série &ldquo;Far Cry&rdquo;, o conjunto Gigaworks T3 permite uma experiência de envolvência e intensidade espectaculares! O palco projecta-se tão generosamente que não se sente falta de mais colunas. As explosões são estomacais e a alternância entre som de ambiente meramente ilustrativo e situações de grande acção, em que os baixos se tornam o prato forte, está síncrona com o perfil de desempenho do sistema. Bom!</p>
<p>Com filmes, esta assinatura mantém-se. Filmes intensamente vocais, com muitas personagens, poderão constituir o desafio maior, mas sempre satisfazendo, principalmente quando a realidade bate à porta e o ouvinte percebe quão acessível e compatível com o seu espaço esta proposta pode ser, por comparação com sistemas mais orientados à alta fidelidade.</p>
<p>Outras músicas, como o soberbo Bruce Springsteen, Working On A Dream (2009), confirmam estes traços.<br />Jogos monotónicos, como simuladores de aviação ou de condução automóvel, tendem a ser mais cansativos ou mais estimulantes, consoante o volume dos baixos e as preferências do jogador, por motores mais histéricos ou mais pesados.</p>
<p>Ao longo de todo um dia de audições, enquanto se trabalha no computador, a proposta T3 da Creative resulta bem aprovada: os volumes discretos próprios de um consumo de música em background, traduzem-se numa presença de qualidade, que não se impõe, que deixa perceber os detalhes, que envolve o ouvinte, sem sugá-lo, ou cansá-lo.</p>
<p><strong>3. Resumo</strong></p>
<p>O Creative Gigaworks T3 consiste num subwoofer de três altifalantes (arquitectura SLAM), duas pequenas colunas e um controlo remoto, com fio. O sistema é essencialmente destinado a audições estéreo + canal dedicado às baixas frequências, utilizando um computador.</p>
<p>O seu desempenho é de qualidade, com limitações na onda média/alta, quando a informação fica complexa. A unidade de subwoofer é muito enérgica, tendo um controlo de volume dedicado, para facilitar equilibrá-la com as colunas principais.</p>
<p>Considerando o propósito para o qual foi desenhado e o seu bom desempenho nesse contexto, está aqui uma proposta que deve ser muito considerada.</p>
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		<title>Yamaha RX V4600</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/08/13/yamaha-rx-v4600/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Aug 2006 02:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[AV]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível o meu artigo sobre o produto Yamaha RX-V4600, conforme publicado pela revista ÁUDIO.
Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em Yamaha RX-V4600.
O RX-V4600 é um &#8220;AV Receiver&#8221;: um aparelho que integra (1) a descodificação de vários formatos de áudio, (2) a amplificação de todos os canais que identifica nesses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível o meu artigo sobre o produto Yamaha RX-V4600, conforme publicado pela revista ÁUDIO.</p>
<p>Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_yamaha_rx_v4600_january_2006.pdf">Yamaha RX-V4600</a>.</p>
<p>O RX-V4600 é um &#8220;AV Receiver&#8221;: um aparelho que integra (1) a descodificação de vários formatos de áudio, (2) a amplificação de todos os canais que identifica nesses formatos; e (3) a sintonia de rádio AM/FM.<br />
A competição na família destes equipamentos, nunca foi tão intensa &#8211; o valor para o consumidor aumentou consideravelmente. A norma parece ser agora a da inclusão de sete amplificadores e a da auto-configuração, por microfone. A diferença do RX-V4600 está no suporte a fichas i-Link (firewire) e HDMI (High Definition Multimedia Interface), para a condução de áudio digital e áudio digital + vídeo digital, respectivamente.</p>
<p>A auto-configuração do equipamento faz-se pelo sistema YPAO (Yamaha Parametric Room Acoustic Optimizer). Para o utilizador, bastará ligar, à frente do aparelho, o microfone fornecido e transportá-lo até à posição de audição. Quando o processo se iniciar, pela emissão de ruídos de sondagem, o equipamento vai tentar determinar, automaticamente (1) a polaridade (in)correcta na ligação dos fios, às colunas; (2) a distância para as colunas instaladas; (3) o &#8220;tamanho&#8221; das colunas, consoante a sua aptidão para as baixas frequências (large, medium, small); (4) ajustes espectrais a injectar, por canal (EQualization), e (5) o nível de intensidade por coluna, para um desempenho harmonioso do conjunto (ajustes de -6 dB a +6dB).<br />
Recomenda-se que o utilizador confira os valores auto-detectados, com os valores reais que conseguir medir&hellip; Provavelmente, detectará erros nas distâncias. Outros &#8220;erros&#8221; podem ter segundas intenções: por exempo, uma coluna &#8220;grande&#8221; detectada como small, poderá dever-se à presença de um subwoofer muito capaz, libertando-se assim recursos de amplificação, ao dispensar a coluna em causa, da reprodução das frequências mais baixas.<br />
De referir que o sistema YPAO não faz quaisquer ajustes espectrais, para frequências inferiores a 62.5 Hz e não gere o subwoofer. Assim, o comportamento do subwoofer, será o que o utilizador tiver configurado manualmente, ou o que será ditado por crossover externo, quando estiver realmente a ser apreciado algum filme.</p>
<p>Embora o grande factor diferenciador do RX-V4600 sejam as fichas HDMI e i-Link, é preciso não alimentar expectativas desmedidas, quanto ao que se pode fazer. Por exemplo, o equipamento não faz a conversão de vídeo digital para vídeo analógico, em circunstância alguma. Como tal, não será possível ter presente o vídeo que está a ser admitido pelos inputs HDMI1 ou HDMI2, nas saídas de vídeo por componentes, s-vídeo ou vídeo composto, frustrando quem queira ligar o Yamaha a dispositivos com essas entradas, ou quem queira fazer cópias analógicas.<br />
Para simplificar: um sinal admitido via HDMI, vídeo ou áudio, nunca é disponibilizado em versão analógica. No caso dos sinais de vídeo, isto quer dizer que o dispositivo de visualização terá que ser HDMI + HDCP compatível. HDCP significa suportar Content Protection, para impedir cópias binárias&hellip;<br />
No caso do áudio, é possível que as saídas digitais &#8220;habituais&#8221; (ópticas e coaxiais) façam, nalguns casos, o output do sinal HDMI admitido.</p>
<p>As fichas iLink são compatíveis com sinais PCM multi-canal, Bitstream e DSD. O formato DSD é o formato dos Super Audio CDs (SACDs), codificando 2, 5 ou 6 canais de som. O formato Bitstream é o mais usual, utilizado nas populares envolvências Dolby Digital e DTS, em DVD-Vídeo. Os discos DVD-Áudio recorrem ao formato PCM.</p>
<p>A boa notícia, no que toca a conversões, está no vídeo analógico: qualquer sinal, como vídeo composto ou s-vídeo, é convertido para vídeo por componentes!</p>
<p>Eis outras características relevantes, do Yamaha RX-V4600:<br />
&ndash; potência de 7 x 130 W RMS @ 8 ohm (frente = 130 + 130 ; centro = 130 ; surround = 130 + 130 ; surround back = 130 + 130);<br />
&ndash; certificação THX Select2;<br />
&ndash; descodificador Dolby Digital + Dolby Digital EX;<br />
&ndash; descodificador DTS/DTS-ES Matrix 6.1, Discrete 6.1, DTS Neo:6, DTS 96/24;<br />
&ndash; descodificador Dolby Prologic II + Dolby Prologic Iix;<br />
&ndash; conversor digital/analógico 192 kHz, 24 bits;<br />
&ndash; possibilidade de funcionamento Pure Direct, para som analógico e digital DSD e PCM;<br />
&ndash; sistema de menús gráfico, hierárquico e com invulgaridades, como ser possível mudar o nome associados às entradas;<br />
&ndash; três zonas: main, zone2 (pré-out + amplificação), zone3 (só pré-out);<br />
&ndash; dois telecomandos: (1) um inteligente, capaz de aprender outros comandos, por códigos e por infra-vermelhos; (2) outro versão &#8220;reduzida&#8221;, a pensar no controlo da Zone2;<br />
&ndash; 6 inputs de áudio digital (toslink) + 3 outputs de áudio digital (coaxial);<br />
&ndash; 2 inputs HDMI + 1 output HDMI;<br />
&ndash; 2 inputs i-Link;<br />
&ndash; 3 inputs de vídeo por components + 1 output por componentes (monitor).</p>
<p>A certificação THX Select2 é a versão &#8220;doméstica&#8221; da THX Ultra2. Há diferenças consideráveis durante os testes que conduzem à atribuição do &#8220;selo&#8221;, por exemplo, no que toca aos picos de corrente &#8211; 18A para Ultra2, versus 12.5A, para Select2 -, e no que toca às impedâncias mínimas: 3.2 ohms para todas as colunas (Ultra2), versus 4 ohms/frente + 8 ohms/surrond (Select2).</p>
<p>As zonas zone2 e zone3, são outra tendência recente, nesta classe de equipamentos. Estas zonas, representam a possibilidade de se ouvirem fontes de sinais diferentes, em salas diferentes, a partir do mesmo Yamaha. Relativamente à zone2, o RX-V4600 pode fornecer a amplificação, mas para uma terceira zona, só fornece o sinal (saída pré-amplificada).<br />
Eu vejo uma utilidade muito reduzida nesta funcionalidade multi-zonas, até pelos cabos que serão necessários esticar e nos (re)transmissores de infra-vermelhos, precisos para que se possa controlar a unidade central, remotamente.</p>
<p>Outra característica que nunca exploro, é o suporte a 7 colunas + subwoofer. As minhas audições são feitas em configuração 5.1. A modalidade sonora a que mais recorro é o Dolby Digital, a partir de DVD-Video.</p>
<p>O Yamaha RX-V4600 foi integrado no seguinte sistema.<br />
&ndash; colunas frontais Paradigm Reference Studio 100<br />
&ndash; coluna central Castle Keep<br />
&ndash; colunas posteriores Infinity Reference 50<br />
&ndash; subwoofer Energy ES-8</p>
<p>[&hellip;]</p>
<p>Para continuar a ler, faça download do artigo integral, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_yamaha_rx_v4600_january_2006.pdf">Yamaha RX-V4600</a>.</p>
<p><img border="0" alt="Yamaha RX V4600 (1 de 6)" src="/images/blog/yamaha_rx_v4600_1.jpg" /></p>
<p>Yamaha RX V4600 (1 de 6)</p>
<p><img border="0" alt="Yamaha RX V4600 (2 de 6)" src="/images/blog/yamaha_rx_v4600_2.jpg" /></p>
<p>Yamaha RX V4600 (2 de 6)</p>
<p><img border="0" alt="Yamaha RX V4600 (3 de 6)" src="/images/blog/yamaha_rx_v4600_3.jpg" /></p>
<p>Yamaha RX V4600 (3 de 6)</p>
<p><img border="0" alt="Yamaha RX V4600 (4 de 6)" src="/images/blog/yamaha_rx_v4600_4.jpg" /></p>
<p>Yamaha RX V4600 (4 de 6)</p>
<p><img border="0" alt="Yamaha RX V4600 (5 de 6)" src="/images/blog/yamaha_rx_v4600_5.jpg" /></p>
<p>Yamaha RX V4600 (5 de 6)</p>
<p><img border="0" alt="Yamaha RX V4600 (6 de 6)" src="/images/blog/yamaha_rx_v4600_6.jpg" /></p>
<p>Yamaha RX V4600 (6 de 6)</p>
<hr size="1" />Comprar via Amazon.com:</p>
<p><a title="View product details at Amazon" href="http://www.amazon.com/exec/obidos/redirect?tag=arturmarquesc-20%26link_code=xm2%26camp=2025%26creative=165953%26path=http://www.amazon.com/gp/redirect.html%253fASIN=B000A7ZOPO%2526tag=arturmarquesc-20%2526lcode=xm2%2526cID=2025%2526ccmID=165953%2526location=/o/ASIN/B000A7ZOPO%25253FSubscriptionId=1TVH6CPZVSR9TPP8X2G2">Yamaha RX-V4600 &#8211; AV receiver &#8211; 7.1 channel</a></p>
<p>Comprar via Amazon.co.uk:</p>
<p>Não disponível.</p>
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		<title>Yamaha DVD S2500</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Aug 2006 01:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[AV]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível o meu artigo sobre o produto Yamaha DVD-S2500, conforme publicado pela revista ÁUDIO.
Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em Yamaha DVD-S2500.
Aberta a guerra dos gravadores de DVD-Vídeo &#8211; que são máquinas também capazes de reproduzir filmes -, os equipamentos restritos à leitura de conteúdos, tentam cativar dois segmentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível o meu artigo sobre o produto Yamaha DVD-S2500, conforme publicado pela revista ÁUDIO.</p>
<p>Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_yamaha_dvd_s2500_march_2006.pdf">Yamaha DVD-S2500</a>.</p>
<p>Aberta a guerra dos gravadores de DVD-Vídeo &#8211; que são máquinas também capazes de reproduzir filmes -, os equipamentos restritos à leitura de conteúdos, tentam cativar dois segmentos de mercado muito diferentes: o segmento em que o preço baixo é o único critério e o segmento em que a qualidade impera.<br />Suponho que para a generalidade dos consumidores realmente apreciadores de cinema em casa, o caminho da qualidade seja a única opção, principalmente porque assumindo que já existe um leitor de DVD no lar, só é racional substitui-lo por uma alternativa que faça mais e melhor.</p>
<p>Muito mais e muito melhor é a ambição do leitor Yamaha DVD-S2500. Este Yamaha é um leitor de discos ópticos diversos, suportando principalmente DVD-Vídeo, DVD-Áudio, Super Áudio CD (SA-CD), Vídeo-CD (VCD), Super VCD e CD-R(W), estes últimos podendo conter ficheiros MP3 e JPG. </p>
<p>Esta lista de funcionalidades não é extasiante: outros leitores domésticos de discos ópticos suportam conteúdos em formatos como WMA (Windows Media Audio), FLAC (um codec para a compressão de áudio, sem perda de dados), XVID e DIVX.<br />Também seria agradável que os ficheiros MP3 e JPG fossem suportados em DVD-R ou DVD-RW. Isso só não acontece devido à inflexibilidade da rotina que detecta a inserção desses discos, que procura de imediato a estrutura de ficheiros correspondente a um DVD-Vídeo, ignorando outras pastas e fazendo eject da rodela, com a mensagem de &#8220;Unknown&#8221;, no display frontal.<br />Para quem, ainda assim, quiser fazer autoria de discos com ficheiros MP3 e JPG, fica a nota que é sempre necessário finalizá-los (sinalizar que a tabela de conteúdos está encerrada). </p>
<p>O que o Yamaha DVD-S2500 omite, em formatos suportados, compensa em termos de ligações físicas. Este equipamento é tão completo que integra: ficha HDMI, fichas i.Link, interface RS-232C, descodificador de áudio com saídas analógicas 5.1, saídas de vídeo analógico composto, s-Vídeo e por componentes; as habituais saídas óptica e coaxial, para áudio digital, e um terminal para ligação do cabo de electricidade.<br />Acresce que as entranhas deste Yamaha orgulham-se de incluir electrónica Genesis/Faroudja (chip FLI-2310 LF) para o processamento de vídeo &#8211; essencialmente para o chamado vídeo progressivo, que consiste em não intervalar a emissão das linhas pares e ímpares, funcionando pois ao dobro da velocidade do vídeo interlaced.<br />A lista de logótipos estampados na frente do Yamaha informam deste &#8220;DCDi by Faroudja&#8221;, mas o logótipo poderá fazer hesitar algumas pessoas, devido à suposta frequência com que esta solução despoleta fenómenos de blocos de pixéis (macroblocking), apesar da excelência com que faz de-interlacing (vídeo progressivo) e anti-aliasing (eliminação de efeitos de escada). No teste propriamente dito, eu estaria/estive atento a esses fenómenos.</p>
<p>No papel, não subsistam dúvidas, o Yamaha DVD-S2500 é uma montra do melhor que há em electrónica doméstica.<br />O vídeo DAC (@ 216 MHz) tem uma resolução de 12 bits por componente de cor, o que matematicamente corresponde a mais cores do que aquelas que, em teoria, o nosso sentido da visão consegue distinguir.<br />O terminal HDMI (High Definition Multimedia Interface) suporta a transferência de vídeo não sujeito a (re)compressão, entre o Yamaha e um dispositivo de visualização compatível. A ficha HDMI é uma &#8220;evolução&#8221; da interface DVI (Digital Visual Interface), que junta ao sinal de vídeo, o transporte do sinal de áudio. Conforme seria de esperar, a ligação só será bem sucedida com equipamentos que façam HDCP (High bandwith Digital Content Protection), de forma a impedir cópias digitais dos conteúdos de &#8220;alta definição&#8221;.<br />Devo admitir que a expressão &#8220;alta definição&#8221; causa-me ligeiras reservas&hellip; 1080 linhas são ALTA definição em 2006? Talvez o fossem em 1996, mas parece-me uma adjectivação desvirtuada nestes dias que correm, em que não é assim tão invulgar trabalhar-se com resoluções de 2048 linhas e utilizarem-se máquinas de fotografar digitais com &#8220;olho&#8221; de 4368 linhas (12.8 MPixels). Talvez a &#8220;alta definição&#8221; HDMI seja uma expressão própria desta fase, em que só dispositivos CRT (em extinção) reproduzem 1:1 imagens de 2048+ linhas, e há que escoar LCDs e Plasmas de 1080 linhas. Em todo o caso, é um facto que só agora começam a surgir conteúdos passivos domésticos (filmes, séries de televisão), com 1080 linhas.<br />No Yamaha DVD-S2500, são suportados sinais HDMI 480p, 576p, 720p e 1080i : nestas referências, o número é o número de linhas; p significa &#8220;vídeo progressivo&#8221; e i significa &#8220;vídeo interlaced&#8221;.</p>
<p>Mas o som pode ser rei em muitas ocasiões &#8211; por exemplo, durante este teste, vi o filme The Village (2004), cujo suspense depende grandemente da acústica envolvente &#8211; e o DVD-S2500 não descura o áudio, recorrendo a DACs (Digital to Analogue Converters) de 192 kHz de amostragem e 24 bits de resolução, que só farão ouvir o seu melhor nos suportes SA-CD e DVD-Áudio.<br />Outros detalhes denotam atenção ao som; por exemplo: (1) são suportadas as meta-informações ID3 em ficheiros MP3, (2) a máquina integra descodificadores DTS e Dolby Digital, e os terminais 5.1 correspondentes são dourados; (3) as fichas i.Link (IEEE1394 ou firewire) estão presentes a pensar nos fluxos Linar PCM (DVD-Áudio) e DSD (Direct Stream Digital @ SA-CD); (4) é possível desligar completamente os circuitos de vídeo, durante sessões de áudio; e (5) o próprio painel frontal em alumínio oferece, teoricamente, um efeito de blindagem electro-magnética, que minimiza os eventuais efeitos de interferência que podem resultar da proximidade de dispositivos, como televisores.</p>
<p>Para lá das fichas já referidas, na parte de trás do Yamaha DVD-S2500, existe um selector &#8220;Scan Mode&#8221;, que comuta entre &#8220;interlace&#8221; e &#8220;progressive&#8221; e que muda o tipo de sinal de vídeo analógico emitido. Em caso de dificuldades com o sinal &#8220;progressive&#8221;, que podem acontecer com televisores velhos, o utilizador pode/deve mudar para &#8220;interlace&#8221;. No caso estar a ser lido algum disco nessa ocasião, o Yamaha faz stop, apresenta o seu &#8220;wallpaper&#8221; e depois dá continuidade ao filme, em 2, 3 segundos.</p>
<p>O telecomando é básico, mas funcional: as teclas têm cores, formas e localizações apropriadas, mas não há nada de relativamente distintivo, como retro-iluminação.</p>
<p>O sistema de menús é fácil de utilizar, mas comete algumas falhas, como esconder parcialmente o caminho da opção que está a ser trabalhada (mostrando apenas as opções terminais) e NÃO esconder certas opções, quando não se aplicam, como deixar ajustar Chroma Delay e Gamma &#8211; que só se afectam sinal de vídeo analógico feito sair pela saída por componentes &#8211; quando se está a utilizar a saída HDMI.</p>
<p>De todas as opções, as mais interessantes ficam no menú &#8220;Adv. Picture&#8221; (Advanced Picture). Este menú é riquíssimo e confere às possibilidade de ajuste do Yamaha um alcance que se tornou referência no meu universo de experiências, com leitores domésticos. De entre muitos ajustes, destaco a utilidade e o impacto notório de: True Life, DCDI, Chroma Delay, Gamma e Video Shift.</p>
<p>True Life (ajustável de 0 a +7) contribui para imagens mais vivas, tendo efeitos na côr e no contraste.<br />Directional Correction Deinterlacing (DCDI ligado/desligado), que só se aplica a vídeo progressivo, é uma forma de anti-aliasing; isto é, uma forma de evitar &#8220;efeitos de escada&#8221; artificiais, através de um processo matemático baseado em vectores horizontais de 2 pixéis. Os utilizadores de computadores acharão o funcionamento de DCDI similar ao que se faz no projecto &#8220;AVI Synth&#8221; (<a href="http://avisynth.sourceforge.net/">http://avisynth.sourceforge.net/</a>).<br />Chroma Delay (-3 a +3), que só se aplica à saída de vídeo analógico por componentes, corrige a desincronia entre os sinais de luminância e crominância. Se, por exemplo, achar que há uma periferia luminosa nas formas que estão no ecrã, é possível que o seu sinal de vídeo tenha luz e côr fora de compasso.<br />Gamma (-7 a +7), que só se aplica à saída de vídeo analógico por componentes, na prática, serve para tornar mais visíveis as cenas escuras (valores positivos), ou acentuar contrastes (valores negativos).<br />Video Shift (+1 a +7), deixa ajustar a posição da imagem, para a esquerda ou para a direita, entre 1 a 7 pixéis.</p>
<p>É pena que alguns destes ajustes não sejam aplicáveis ao sinal HDMI.</p>
<p>[&hellip;]</p>
<p>Para continuar a ler, faça download do artigo integral, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_yamaha_dvd_s2500_march_2006.pdf">Yamaha DVD-S2500</a>.</p>
<p><img alt="Yamaha DVD S2500 (1 de 4)" src="/images/blog/yamaha_dvd_s2500_1.jpg" border="0" /></p>
<p>Yamaha DVD S2500 (1 de 4)</p>
<p><img alt="Yamaha DVD S2500 (2 de 4)" src="/images/blog/yamaha_dvd_s2500_2.jpg" border="0" /></p>
<p>Yamaha DVD S2500 (2 de 4)</p>
<p><img alt="Yamaha DVD S2500 (3 de 4)" src="/images/blog/yamaha_dvd_s2500_3.jpg" border="0" /></p>
<p>Yamaha DVD S2500 (3 de 4)</p>
<p><img alt="Yamaha DVD S2500 (4 de 4)" src="/images/blog/yamaha_dvd_s2500_4.jpg" border="0" /></p>
<p>Yamaha DVD S2500 (4 de 4)</p>
<hr size="1">
<p>Comprar via Amazon.com:</p>
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<p>Comprar via Amazon.co.uk:</p>
<p>Não disponível.</p>
<p><img alt="Yamaha DVD S2500 - DVD player" src="http://images.amazon.com/images/P/B0009RGLUM.01-AIWHEFKG4HT6N._SCMZZZZZZZ_.jpg" /></p>
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		<title>Sony STR DB798</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/08/10/sony-str-db798/</link>
		<comments>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/08/10/sony-str-db798/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 05:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[AV]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível o meu artigo sobre o produto Sony STR DB798, conforme publicado pela revista ÁUDIO.
Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em Sony STR DB798.
O que apetece escrever é que o Sony STR-DB798 é o mais clássico dos amplificadores/descodificadores AV &#8211; isto no melhor dos sentidos!Assim é, porque a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível o meu artigo sobre o produto Sony STR DB798, conforme publicado pela revista ÁUDIO.</p>
<p>Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_sony_str_db798_may_2006.pdf">Sony STR DB798</a>.</p>
<p>O que apetece escrever é que o Sony STR-DB798 é o mais clássico dos amplificadores/descodificadores AV &#8211; isto no melhor dos sentidos!<br />Assim é, porque a sua estética ostensivamente funcional &#8211; com um painel frontal repleto de teclas para acesso directo às funções mais usuais, e não tanto&hellip; &#8211; está combinada com uma interface &#8220;directa&#8221;, em que o utilizador nunca é confrontado com o nome de tecnologias exóticas, nem tem que ligar um dispositivo de visualização externo, como um televisor, para aceder a todas as opções, via uma interface gráfica. É possível configurar a máquina, &#8220;apenas&#8221; lendo as indicações textuais que vão aparecendo no generoso display central.<br />Neste sentido, o Sony STR-DB798 rompe com a tendência de remeter funcionalidade para o telecomando e com o esforço tendente para o estéril, patente em alguma publicidade, de pavoneamento de características supostamente relevantes e revolucionantes (foi para rimar), que &#8211; afinal &#8211; não são assim tão únicas.</p>
<p>Por outras palavras, o utilizador deste equipamento não vai encontrar nem novidades radicais, nem tecnologias proprietárias cruciais, nem a adopção de algumas tendências recentes&hellip; para o bem e para o mal.<br />Para o mal, talvez esteja a ausência de MICrofone, para a configuração automática das colunas instaladas, suas características tímbricas e suas distâncias relativas&hellip; embora muitos (demasiados?) consumidores de equipamentos com essa característica, acabem por optar pela configuração personalizada.<br />Para o bem, porque &#8211; por uma vez &#8211; foi-me possível testar um &#8220;AV receiver&#8221;, sem ter que ir descobrir o que é a nova tecnologia pense-num-acrónimo-jeitoso.</p>
<p>Um &#8220;AV receiver&#8221; é um electrodoméstico que integra um sintonizador de rádio, com um descodificador de formatos vários de som digital, com amplificadores dedicados aos canais descodificados.<br />Este Sony faz sintonias AM e FM, suportando RDS (Radio Data System) e memória para até 30 canais, o que faz dele, por estes macro critérios, uma proposta nivelada com praticamente todos os AV receivers, de qualquer nível de preço.</p>
<p>Também na descodificação de som envolvente, este nipónico integra tudo o que é relevante: descodificação Dolby Prologic (DP), Dolby Prologic 2 (DP2), Dolby Digital (DD), Digital Theater System (DTS), DTS-EX, DTS 96/24 e DTS NEO:6.<br />Se o leitor for ler as características de um qualquer outro &#8220;AV receiver&#8221; vai, provavelmente, encontrar as mesmas potencialidades, qualquer que seja o preço. Esta banalização da abundância tecnológica impede algumas pessoas de perceberem o progresso extraordinário nesta área da electrónica doméstica, nos últimos anos! Mas é um facto que esse progresso aconteceu e que o consumidor acede hoje a um valor tremendo, em termos relativos, ao que acedia num passado muito próximo. Sim, o STR-DB798 não se distingue quantitativamente pelos descodificadores, mas isso acontece porque todo o mercado elevou a fasquia até ao nível delicioso em que se encontra!</p>
<p>Por fim, raro será o AV receiver que descodifique 7 canais e que não os amplifique a todos! Aqui, as distinções quantitativas podem fazer-se pela potência da amplificação. O Sony STR-DB798, prega uns generosos 100 W @ 8 ohms, por canal. É impressionante. É tudo impressionante, principalmente ao preço!</p>
<p>Terei estado a escrever que os AV receivers tornaram-se todos iguais? Não. Os AV receivers são delicados de distinguir no papel, mas são fáceis de contrastar, enquanto desempenham. O problema está em que poucos consumidores querem &amp; podem sentir o desempenho, no seu contexto de audições.<br />Ao desempenharem, estes equipamentos acabam por diferenciar-se essencialmente na amplificação analógica. Não é trivial comparar-lhes a descodificação &#8211; até porque está a acontecer a um nível matemático, que os nossos sentidos não alcançam directamente &#8211; mas é possível ouvi-los (a materializarem o digital em analógico) e &#8220;sentir&#8221; quão naturais soam, quão volumosos erguem-se, e quão eventualmente tendenciosos para certa porção do espectro podem ser&hellip;</p>
<p>A frente do Sony STR-DB798, está dominada pelo mostrador central. Abaixo do mostrador estão pequenos botões de pressão, para navegação pelas sintonias de rádio memorizadas (preset tuning -/+), para navegação pelo espectro radiofónico (tuning -/+), e para selecção do modo sonoro activo (2 CH, Movie, Music) e da modalidade de descodificação nas colunas &#8220;surround back&#8221; (auto/on/off) &#8211; neste caso acho que só fazem sentido as opções off (quando não há colunas para o canal) ou auto (para que as colunas eventualmente associadas se activem automaticamente, havendo informação correspondente no filme/software). Como, neste teste, o Sony foi integrado numa configuração 5.1, desliguei as colunas Surround Back.</p>
<p>À esquerda do mostrador, ficam os controlos para acesso e navegação no sistema de menus, que tem necessariamente de ser visitado, ao menos para a configuração inaugural do equipamento. Abaixo desses controlos está uma entrada AV (Video 3 Input), com fichas para a recepção de áudio analógico estéreo, áudio digital, vídeo composto (RCA) e S-Vídeo.<br />Também estão disponíveis uma saída para auscultadores e uma tecla que comuta os jogos de colunas frontais activas (jogo A, jogo B, ambos, nenhum) &#8211; neste teste, só foram utilizadas as colunas A.</p>
<p>À direita do mostrador ficam o selector de fonte de sinal, o controlo de volume, e botões relacionados com a amplificação: Direct (para audições estéreo o menos processadas possível), Multi CH IN (para a utilização de descodificador externo) e Input Mode (fonte seleccionada automaticamente, fontes coaxiais, fontes ópticas, fontes analógicas).</p>
<p>Atrás, está disponíveis:<br />&ndash; 3 entradas/1 saída digitais, para áudio, por ficha óptica<br />&ndash; 2 entradas digitais, para áudio, por ficha coaxial<br />&ndash; 2 entradas/1 saída de vídeo, por componentes<br />&ndash; 3 entradas/1 saída analógicas, para áudio, incluindo uma phono<br />&ndash; 4 entradas/2 saídas AV (áudio estéreo, vídeo composto, s-vídeo)<br />&ndash; 1 saída para subwoofer</p>
<p>O Sony STR-DB798 foi integrado no seguinte sistema:<br />&ndash; colunas frontais Paradigm Reference Studio 100<br />&ndash; coluna central Castle Keep<br />&ndash; colunas posteriores Infinity Reference 50<br />&ndash; subwoofer Energy ES-8</p>
<p>[&hellip;]</p>
<p>Para continuar a ler, faça download do artigo integral, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_sony_str_db798_may_2006.pdf">Sony STR DB798</a>.</p>
<p><img alt="Sony STR DB798 (1 de 4)" src="/images/blog/sony_str_db798_1.jpg" border="0" /></p>
<p>Sony STR DB798 (1 de 4)</p>
<p><img alt="Sony STR DB798 (2 de 4)" src="/images/blog/sony_str_db798_2.jpg" border="0" /></p>
<p>Sony STR DB798 (2 de 4)</p>
<p><img alt="Sony STR DB798 (3 de 4)" src="/images/blog/sony_str_db798_3.jpg" border="0" /></p>
<p>Sony STR DB798 (3 de 4)</p>
<p><img alt="Sony STR DB798 (4 de 4)" src="/images/blog/sony_str_db798_4.jpg" border="0" /></p>
<p>Sony STR DB798 (4 de 4)</p>
<hr size="1">
<p>Comprar via Amazon.com:</p>
<p>Não disponível.</p>
<p>Comprar via Amazon.co.uk:</p>
<p><a title="View product details at Amazon" href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/redirect?tag=arturmarquesc-20%26link_code=xm2%26camp=2025%26creative=165953%26path=http://www.amazon.co.uk/gp/redirect.html%253fASIN=B0009KALQE%2526tag=arturmarquesc-20%2526lcode=xm2%2526cID=2025%2526ccmID=165953%2526location=/o/ASIN/B0009KALQE%25253FSubscriptionId=1TVH6CPZVSR9TPP8X2G2">Sony STR-DB798 Dolby Digital DTS Receiver 7 x 110W &#8211; Silver</a></p>
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		<title>Panasonic NV GS180</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/08/10/panasonic-nv-gs180/</link>
		<comments>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/08/10/panasonic-nv-gs180/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 05:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[AV]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível o meu artigo sobre o produto Panasonic NV GS180, conforme publicado pela revista ÁUDIO.
Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em Panasonic NV GS180.
Com 500 gramas, já com bateria e cassete inserida, a Panasonic NV-GS180 é um concentrado de qualidade que teria parecido ficção científica, nos dias das primeiras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível o meu artigo sobre o produto Panasonic NV GS180, conforme publicado pela revista ÁUDIO.</p>
<p>Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em <a href="http://localhost:8000/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_panasonic_nv_gs180_april_2006.pdf">Panasonic NV GS180</a>.</p>
<p>Com 500 gramas, já com bateria e cassete inserida, a Panasonic NV-GS180 é um concentrado de qualidade que teria parecido ficção científica, nos dias das primeiras câmaras &#8220;domésticas&#8221;: esta câmara regista vídeo digital (DV) em suporte MiniDV, podendo ainda funcionar como máquina fotográfica de 2.3 Mpixels (imagens até 1760&#215;1320 pontos), em suporte SD, &#8220;olhando&#8221; o mundo, através de um trio de CCDs (Charge Coupled Device), cada um com aproximadamente 1/15 cm2 de área, suficiente para electro-interpretar 0.8 Mpixels &#8220;brutos&#8221;, dos quais metade (400K) serão efectivamente representados na informação de vídeo e 530K em fotografia.</p>
<p>Embora para o consumidor &#8220;episódico&#8221; de vídeo-câmaras, como eu, as características da NV-GS180 pareçam extraordinárias, o facto é que o mercado destes dispositivos está repleto de propostas próximas e impressionantes, pelo que, na própria linha da Panasonic, é possível encontrar modelos basicamente equivalentes àquele que aqui se testa. Ocorre-me a Panasonic GS150, que integra flash para fotografia e um mecanismo plástico, para protecção automática da lente, e que é ligeiramente mais pesada.</p>
<p>Optar por uma câmara de filmar, como tantas coisas, é um problema de decisão complexo. Enquanto decisor, parece-me conveniente adiantar as características que mais valorizo e as que me são irrelevantes.<br />É-me irrelevante a funcionalidade de máquina de fotografar, pelo que neste artigo, para além da referência técnica a essa função, pouco mais escreverei sobre o assunto.<br />O que eu realmente aprecio é a qualidade de vídeo: as cores registadas são fiéis às observadas? Há fenómenos de esbatimento cromático? Há detalhe na imagem, ou há porções que se esmagam, como que partes do mesmo objecto?<br />A liberdade criativa também deve ser muito considerada, mas há aqui necessidade de um balanço com o conforto de utilização. Por exemplo, seria muito bem recebido pelos &#8220;mais exigentes&#8221; um anel para a focagem manual, em alternativa a botões para esse efeito; mas como a generalidade das pessoas trabalha as máquinas de filmar domésticas com a mão direita para segurar-lhes o corpo e a mão esquerda para orientar-lhes o ecrã LCD, não sobrariam mãos para a focagem manual por anel: venceu o conforto, a custo da liberdade criativa de focagem mais &#8220;fina&#8221; que um anel de foco concederia.<br />&nbsp;<br />No que toca à qualidade de vídeo destes equipamentos, generalizando, é sensato esperar melhor fidelidade de cor em câmaras de 3 CCDs (versus 1 CCD), mais também maior sensibilidade à luz. Utilizando 3 CCDs, a mesma imagem é percebida por três sensores diferentes, que podem assim electro-interpretar cada um dos componentes de cor, desde que se utilize o modelo matemático de representação adequado, como RGB (Red Green Blue) &#8211; não esquecer que vídeo digital é sinónimo de vídeo matemático.<br />Infelizmente &#8211; o controlo de custos a isso obriga &#8211; quando se recorre a múltiplos CCDs, os sensores são de muito menor área do que nas soluções singulares. Como a área de cada CCD é menor, há menos luz a ser recolhida, por componente de cor, pelo que os resultados &#8220;brutos&#8221; em circunstâncias de luminosidade pobre poderão ser menos bons: leia-se com mais grão e com tendência para o monocromático, à medida que os fotões vão rareando.<br />&nbsp;<br />Duas características da NV-GS180 deverão ser apelativas: o zoom óptico de 10x e a tecnologia para estabilização de imagem.<br />Sobre o zoom, 10x é um ganho considerável e não será fácil encontrar-se superior, no seu segmento de preços. Quanto ao zoom digital, deve ser ignorado &#8211; se for realmente importante aumentar a imagem, é preferível utilizar software para fazê-lo e não artificializar a gravação original, recorrendo a esse processamento em tempo real.<br />Sobre a estabilização de imagem, em geral, existem duas soluções: a estabilização digital e a estabilização analógica. Esta Panasonic NV-GS180, recorre a um sistema digital, que se designa por EIS (Electronic Image Stabilization), em que a imagem é sujeita a processamento matemático que procura compensar as oscilações previsíveis em zooms mais intensos e em situações de trepidação regular. Nos sistemas analógicos de estabilização, minimiza-se ou anula-se o processamento, por recurso a mecanismos &#8220;naturais&#8221; de amortecimento, absorção e compensação.<br />Em ambos os cenários, não devem alimentar-se grandes esperanças, quanto ao efeito correctivo das estabilizações. Sendo pragmático, obtêm-se bons resultados para trepidações mínimas, mas não é possível anular, por exemplo, os solavancos constantes de um passeio de bicicleta por terreno pedregoso.</p>
<p>O sistema EIS não funciona no modo de registo 16:9. Isto acontece porque os pontos que o algoritmo EIS considera para determinar as correcções, estão precisamente situados em linhas que desaparecem em 16:9&#8230;<br />Com isto, fica a informação de que esta máquina pode gravar em formatos 4:3 ou 16:9. Está ainda disponível um terceiro &#8220;formato&#8221;, muito desinteressante, que é o 4:3 + barras horizontais&hellip;</p>
<p>A visualização do que se está a gravar, pode ser feita por um visor LCD de 2.5 polegadas, ou pelo &#8220;viewfinder&#8221;, a cores, de 0.33 polegadas. O ângulo do viewfinder não é ajustável (está fixo ao corpo da máquina), mas eu continuo a preferi-lo ao LCD. Penso que esta é uma daquelas preferências que está totalmente relacionada com as primeiras experiências: como as primeiras máquinas que utilizei foram todas baseadas em &#8220;viewfinder&#8221;, por desconfortável que seja uma interface monóculo, acabo por conseguir melhores resultados com ela. Para quando uma interface binóculo?</p>
<p>A este propósito, no que toca à disposição dos controlos da Panasonic, tenho elogios. O controlo mais discutível é o do zoom: a tecla associada está na parte superior do compartimento para a cassete, devendo ser empurrada para a esquerda/direita, para afastar/aproximar os objectos de focagem. Decidir se o afastar/aproximar se faz rápida ou lentamente, exige uma sensibilidade que melhorará com o &#8220;treino&#8221;, embora seja razoavelmente acessível, desde o primeiro contacto.<br />O controlo &#8220;chave&#8221; da máquina é um círculo de funções (mode dial), que decide se o modo de operação é o de máquina de filmar (em gravação ou em &#8220;play&#8221;), o de máquina de fotografar (em fotografia ou em reprodução), ou o de interface com o computador pessoal (PC), via ficha USB2, para passagem das fotos no cartão SD. Para além da interface USB2 com o PC, para as fotos, está presente uma ficha mini-firewire, para a entrada/saída de vídeo digital &#8211; esta ficha está bem situada, na face plástica que aloja o LCD.</p>
<p>A bateria de iões de lítio fornecida, deverá assegurar mais de uma hora de gravação contínua. O tempo de utilização disponível será maximizado, se o utilizador optar pelo viewfinder, relativamente ao LCD, e não abusar de funções como a &#8220;0 Lux MagicPix&#8221;, destinada à operação em contextos de total escuridão, recorrendo à luz do LCD&hellip;<br />A activação de opções específicas de cada modo de funcionamento, como a activação de EIS, redução do ruído do vento, fotografia controlada por relógio interno, e fotografias em sequência (ao ritmo de uma por cada meio segundo), faz-se por um pequeníssimo joystick/cursor, situado no centro do modo dial.</p>
<p>Relativamente aos modos de gravação pré-definidos, destaco o (1) sports, que recorre a uma velocidade de obturador mais elevada, logo exigindo mais luz; o (2) portrait, que desfoca o background e faz sobressair o objecto central de foco; o (3) low light, que facilita o registo em contextos de pouca luz, por meios diversos, como aumento do tempo de exposição e estímulo digital do brilho da imagem; e o (4) surf &amp; snow mode que facilita registos quando há muito branco, como cenas de neve.</p>
<p>Estes modos pré-receitados, bem como o próprio uso de EIS, podem conduzir a cores e luminosidades artificiais; por isso, a Panasonic NV-GS180 permite a operação manual de tudo o que necessitei e que parece fazer sentido numa proposta &#8220;doméstica&#8221;: velocidade de obturação (1/60 a 1/8000), balanço de brancos, focagem, abertura de Íris (F16 a F2), zoom e ganho de brilho (medido em dB, devendo usar-se +dB, para maior iluminação da imagem registada).<br />A manipulação do &#8220;ganho&#8221; (em dB) é uma funcionalidade interessante porque pode ajudar a contornar, com eficácia, a eventual desvantagem das soluções 3 CCD, no que toca à quantidade de luz, naturalmente percebida na cena.</p>
<p>Bem, e a qualidade dos resultados?</p>
<p>[&hellip;]</p>
<p>Para continuar a ler, faça download do artigo integral, em <a href="http://localhost:8000/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_panasonic_nv_gs180_april_2006.pdf">Panasonic NV GS180</a>.</p>
<p><img alt="Panasonic NV GS180 (1 de 4)" src="/images/blog/panasonic_nv_gs180_1.jpg" border="0" /></p>
<p>Panasonic NV GS180 (1 de 4)</p>
<p><img alt="Panasonic NV GS180 (2 de 4)" src="/images/blog/panasonic_nv_gs180_2.jpg" border="0" /></p>
<p>Panasonic NV GS180 (2 de 4)</p>
<p><img alt="Panasonic NV GS180 (3 de 4)" src="/images/blog/panasonic_nv_gs180_3.jpg" border="0" /></p>
<p>Panasonic NV GS180 (3 de 4)</p>
<p><img alt="Panasonic NV GS180 (4 de 4)" src="/images/blog/panasonic_nv_gs180_4.jpg" border="0" /></p>
<p>Panasonic NV GS180 (4 de 4)</p>
<hr size="1">
<p>Comprar via Amazon.com:</p>
<p><a title="View product details at Amazon" href="http://www.amazon.com/exec/obidos/redirect?tag=arturmarquesc-20%26link_code=xm2%26camp=2025%26creative=165953%26path=http://www.amazon.com/gp/redirect.html%253fASIN=B000F8T08U%2526tag=arturmarquesc-20%2526lcode=xm2%2526cID=2025%2526ccmID=165953%2526location=/o/ASIN/B000F8T08U%25253FSubscriptionId=1TVH6CPZVSR9TPP8X2G2">Panasonic NV-GS180 3CCD &#8221; PAL &#8221; Ultra-Compact Digital Palmcorder Camcorder, 2.3 Megapixel Still Picture Recording, 2.5&#8243; LCD, 10x Optical, 700x Digital Zoom, E.I. Stabilization, USB 2.0</A><br />
<P>Comprar via Amazon.co.uk:</P><br />
<a href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/asin/b000ejenhs/arturmarques">Panasonic NV GS180</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Onkyo TX SR703e</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/08/10/onkyo-tx-sr703e-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 05:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível o meu artigo sobre o produto Onkyo TX-SR703E, conforme publicado pela revista ÁUDIO.
Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em Onkyo TX-SR703E.
O Onkyo TX-SR703E é um amplificador de 7 canais, com certificações THX Surround EX e THX Select 2, com um sintonizador de rádio AM/FM RDS, e um descodificador, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível o meu artigo sobre o produto Onkyo TX-SR703E, conforme publicado pela revista ÁUDIO.</p>
<p>Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_onkyo_tx_sr703e_february_2006.pdf">Onkyo TX-SR703E</a>.</p>
<p>O Onkyo TX-SR703E é um amplificador de 7 canais, com certificações THX Surround EX e THX Select 2, com um sintonizador de rádio AM/FM RDS, e um descodificador, conhecedor de todas as modalidades relevantes de som envolvente. Como ele, há muitas, muitas outras propostas, de outras marcas e da própria Onkyo: esta competição tem significado mais valor para o consumidor.<br />Este TX-SR703E não inclui fichas HDMI, para o transporte simultâneo de áudio e de vídeo digitais &#8211; o modelo 803E da Onkyo já inclui essas fichas. Na prática, isto significa uma economia de recursos, que se traduz no preço e que faz sentido para muitos consumidores, cujos sistemas, principalmente a nível da fonte de imagem, não explorariam essa característica. Eu incluo-me nesses consumidores: para vídeo de &#8220;alta&#8221; definição, como 768 linhas, uma saída analógica (S)VGA continua a ser uma opção satisfatória.<br />Mas é um facto que estes equipamentos atingiram uma complexidade que pode assustar. Quem estiver de fora do mundo do áudio e do cinema-em-casa, depara-se com uma barreira de nomes &#8220;estranhos&#8221; presentes nos manuais, com a agravante desses nomes serem apenas referências tecnológicas e não serem realmente importantes, para a fruição do aparelho. Por outras palavras, a quantidade de tecnologia embebida nos receptores AV, em certa perspectiva, pode tornar-se um obstáculo à sua adopção.<br />O crescimento do mercado destes aparelhos passa pela simplificação, de que são exemplos (1) as interfaces gráficas para configurações, (2) o cabo único para sessões AV HDMI, e (3) os microfones para auto-reconhecimento das colunas.</p>
<p>O Onkyo TX-SR703E é mais um aderente à configuração automática, por microfone. O que isto significa é que, depois de uns ruídos de teste, o utilizador fica com o sistema &#8220;calibrado&#8221; para as colunas instaladas. O setup da Onkyo, faz (1) a detecção da presença de subwoofer, (2) o ajuste da frequência de corte das colunas, (3) a medição das distâncias das colunas à posição do microfone, (4) ajustes de intensidade, por canal, medidos em dB, e (5) ajustes de intensidade, por canal e por regiões particulares do espectro de frequências.<br />É sensato verificar os valores automáticos, principalmente para as distâncias e para a presença de subwoofer &#8211; é possível que sejam necessárias correcções. A ideia do microfone não é tanto substituir o utilizador, mas facilitar-lhe a vida.</p>
<p>A frente do TX-SR703E é discreta, salvo a iluminação azul, da periferia do controlo de volume. O destaque vai para o grande mostrador central, abaixo do qual se encontram botões para acesso directo às fontes de sinal e configuração do display.<br />Há dois botões para ligar/desligar este Onkyo: um que controla efectivamente a alimentação eléctrica (power), outro que comuta o modo de standby.<br />Quem fizer muitas audições estéreo, deverá apreciar o botão &#8220;Pure Audio&#8221;, que assegura o circuito mais directo possível, entre o sinal admitido e o sinal para as colunas de som.<br />Uma tampa rebatível condiciona o acesso à saída para auscultadores, a controlos relacionados com a sintonia de rádio (subir/descer/memorizar frequência), a um jogo de entradas AV (video 4 input), e à entrada para o microfone de configuração.</p>
<p>A parte de trás do Onkyo é mais interessante, principalmente pela qualidade dos terminais de coluna e pelos códigos de cores da generalidade das fichas, que facilitam muito a ligação de cabos.<br />Um dos terminais de coluna está etiquetado de &#8220;Zone 2 Speakers&#8221; e relaciona-se com a tecla de &#8220;Zone 2&#8243;, escondida pela tampa rebatível já mencionada. A ideia é permitir a audição simultânea de conteúdos diferentes, em duas zonas da casa. De notar que é necessário ter cabos de interligação entre o amplificador e a zona 2, pela que a utilidade desta função é limitada.</p>
<p>Eis as (outras) características importantes do Onkyo TX-SR703E:</p>
<p>&ndash; Potência de 7 x 130W @ 6 Ohms;<br />&ndash; descodificação Dolby Digital (DD), DD EX, Dolby Prologic IIx;<br />&ndash; DACs de 24 bits de resolução @ 192 kHz de amostragem;<br />&ndash; Conversão de vídeo analógico, admitido por fichas s-video ou de vídeo composto, para vídeo por componentes;<br />&ndash; controlo manual da frequência de crossover, a partir de 40 Hz, até 200 Hz (40, 60, 70, 80, 90, 100, 120, 150, 200);<br />&ndash; ajuste do eventual desfasamento entre áudio e vídeo até 250 ms (AV Lip Sync);<br />&ndash; 3 entradas + 1 saída, de vídeo analógico, por componentes;<br />&ndash; 5 entradas + 3 saídas, de vídeo analógico, por ficha s-video;<br />&ndash; 5 entradas + 3 saídas, de vídeo analógico, por fichas RCA;<br />&ndash; 3 entradas + 1 saída de áudio analógico;<br />&ndash; 7 entradas + 1 saída de áudio digital (5 ópticas, 2 coaxiais / 1 óptica);<br />&ndash; saídas 7.1 de todos os canais descodificados;<br />&ndash; entradas 7.1 de todos os canais amplificáveis;<br />&ndash; sintonizador de rádio com memória para 40 estações;<br />&ndash; entrada de phono!</p>
<p>O Onkyo TX-SR703E foi integrado no meu sistema:<br />&ndash; colunas frontais Paradigm Reference Studio 100<br />&ndash; coluna central Castle Keep<br />&ndash; colunas posteriores Infinity Reference 50<br />&ndash; subwoofer Energy ES-8</p>
<p>[&hellip;]</p>
<p>Para continuar a ler, faça download do artigo integral, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_onkyo_tx_sr703e_february_2006.pdf">Onkyo TX-SR703E</a>.</p>
<p><img alt="Onkyo TX SR703e (1 de 4)" src="/images/blog/onkyo_tx_sr703e_1.jpg" border="0" /></p>
<p>Onkyo TX SR703e (1 de 4)</p>
<p><img alt="Onkyo TX SR703e (2 de 4)" src="/images/blog/onkyo_tx_sr703e_2.jpg" border="0" /></p>
<p>Onkyo TX SR703e (2 de 4)</p>
<p><img alt="Onkyo TX SR703e (3 de 4)" src="/images/blog/onkyo_tx_sr703e_3.jpg" border="0" /></p>
<p>Onkyo TX SR703e (3 de 4)</p>
<p><img alt="Onkyo TX SR703e (4 de 4)" src="/images/blog/onkyo_tx_sr703e_4.jpg" border="0" /></p>
<p>Onkyo TX SR703e (4 de 4)</p>
<hr size="1">
<p>Comprar via Amazon.com:</p>
<p><a title="View product details at Amazon" href="http://www.amazon.com/exec/obidos/redirect?tag=arturmarquesc-20%26link_code=xm2%26camp=2025%26creative=165953%26path=http://www.amazon.com/gp/redirect.html%253fASIN=B000BD3206%2526tag=arturmarquesc-20%2526lcode=xm2%2526cID=2025%2526ccmID=165953%2526location=/o/ASIN/B000BD3206%25253FSubscriptionId=1TVH6CPZVSR9TPP8X2G2">ONKYO TX-SR703B Home Theater Receiver ( Black )</a> </p>
<p>Comprar via Amazon.co.uk</p>
<p>Não disponível.</p>
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		<title>Onkyo NC500 XE</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/08/10/onkyo-nc500-xe/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 04:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[AV]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível o meu artigo sobre o produto Onkyo NC500 XE, conforme publicado pela revista ÁUDIO.
Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em Onkyo NC500 XE.
O Onkyo NC-500XE é um produto invulgar, cheio de potencial, que pode ou (1) ser um dos pioneiros de uma nova vaga de equipamentos que ajudam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível o meu artigo sobre o produto Onkyo NC500 XE, conforme publicado pela revista ÁUDIO.</p>
<p>Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_onkyo_nc_500xe_february_2006.pdf">Onkyo NC500 XE</a>.</p>
<p>O Onkyo NC-500XE é um produto invulgar, cheio de potencial, que pode ou (1) ser um dos pioneiros de uma nova vaga de equipamentos que ajudam à convergência entre computadores e sistemas de música &#8220;domésticos&#8221;, ou (2) tornar-se a materialização do fracasso duma vertente dessa convergência, por motivos que não são técnicos&hellip;</p>
<p>Este NC-500XE é a integração de um sintonizador de rádio AM/FM RDS, com um amplificador estéreo de 2x 17W @ 6 ohms, com um cliente de áudio streams, servidas ou pela Internet (função iNet Radio), ou pela Intranet (função Music Server). Numa só frase, é um amplificador estéreo, com rádio e com uma ficha Ethernet. A placa de rede presente suporta DHCP, pelo que basta ligá-la a um router/switch que sirva DHCP, para a obtenção de um endereço, que permita a comunicação com outras presenças.</p>
<p>A invulgaridade do NC-500XE, ao menos para o meu universo de experiências, é a sua ficha Ethernet. Enquanto sintonizador de rádio, tecnicamente, esta é uma proposta muito competente, permitindo aquilo que permitem os sintonizadores integrados nas máquinas AV mais dispendiosas da Onkyo, incluindo a memorização de até 40 estações e múltiplas formas de pesquisa, via RDS (Radio Data System).<br />O amplificador integrado é mais interessante do que os 17W podem sugerir, tendo assegurado umas sessões muito vivas, com as minhas colunas Energy XL-16, apoiadas por um subwoofer PSB Alpha SubZero.<br />Sendo muito directo, é claro que qualquer utilizador de computadores, que se importe com o som, encontra no Onkyo NC-500XE, algo que é anos-luz superior à vasta generalidade das colunas activas que se vendem para PC &#8211; bastará juntar-lhe colunas.</p>
<p>Escrito isto, estão criadas as condições para lançar o foco sobre este equipamento, apenas enquanto cliente de serviços musicais, servidos sobre TCP-IP.</p>
<p>Este Onkyo só será cliente: ele não servirá conteúdos a &#8220;ninguém&#8221; e terá sempre de identificar a presença de servidores &#8220;Net-Tune&#8221;, para dar utilidade à sua ficha de rede. Por outras palavras, não basta partilhar uma pasta de ficheiros, para disponibilizá-los ao Onkyo. Também não resultam servidores em tecnologias terceiras, como RealMedia server e WindowsMedia server.<br />Só se conseguem resultados, pela tecnologia proprietária da Onkyo, fornecida em CDROM e também disponível na Internet: em <a href="http://www.eu.onkyo.com/dl/1301/Net-Tune_V2.3.zip">www.eu.onkyo.com/dl/1301/Net-Tune_V2.3.zip</a> [9 MB].</p>
<p>Net-Tune Central é o nome do software que tem que ser instalado num PC-Windows, para servir conteúdos a cliente(s) compatíveis, como o NC-500XE. Este software até é robusto/estável, mas seria preferível que diversas características fossem diferentes, a começar pela própria licença de utilização, cujo primeiro ponto escreve &#8220;Unauthorized reproduction or distribution of this software, or any portion of it, may result in severe civil and criminal penalties, and will result in prosecution to the maximum extent possible under law.&#8221;<br />Crime severo? Reprodução não autorizada? Perseguição até ao limite da lei? Eu só queria pôr a funcionar um equipamento que, de outra forma, nem funcionaria em rede! Esta linguagem é demasiado agressiva, embora não chegue ao exagero a que chegaram as mensagens que antecedem alguns filmes em DVD-Video, que ousam ameçar [também] os familiares directos do comprador que viole a licença de utilização (!). Esta é a triste realidade a que chegou alguma da indústria de conteúdos. A mesma indústria de conteúdos que levou anos a arquitectar um modelo de negócio para a Internet e que instala root kits nos computadores dos utilizadores, sem a boa educação de informá-los. Não gostei. Não gosto! Tornei-me altamente selectivo em relação à música e aos vídeos que compro e há etiquetas que foram simplesmente excluídas, pela sua linguagem&hellip;</p>
<p>Bem, artigo oblige, instalei o software Net-Tune. Dissequei um nadinha a aplicação e descobri que utiliza em permanência dois módulos, para servir os conteúdos: WinLibMgrTsvV e WinNTSPDV. Quem utilizar firewalls, terá de autorizar estes módulos a fazer tráfego de entrada e de saída.<br />Um terceiro módulo (NCController) poderá fazer comunicações, quando se pretender controlar um Onkyo, a partir do desktop do computador!</p>
<p>O Net-Tune manifesta-se na forma de um ícone, no tray, do Windows. As suas duas principais opções são (1) Manager e (2) Controller.<br />O Manager permite ao utilizador identificar as pastas locais, que contêm as músicas a servir. Esta pesquisa de músicas é recursiva, pelo que pode indicar-se a raiz de um disco e esperar pela detecção de tudo o que seja &#8220;playable&#8221;, nesse disco. Infelizmente, não são suportados formatos lossless (compressão sem perda de informação), como Flac, Monkey&#8217;s Audio e mesmo Windows Media Audio lossless.<br />O Controller é muito interessante, porque permite controlar as operações básicas dos equipamentos Onkyo que tenham sido identificados na rede. Assim, as pessoas que tenham mais do que um Onkyo com ficha Ethernet, poderão manipulá-los, à distância. As operações possíveis são: mudança da fonte de sinal, controlo de volume e controlo de faixa ou da estação de rádio.<br />Com músicas MP3 e WMA, não senti qualquer problema e fiquei muito satisfeito com a qualidade de áudio e com a fiabilidade da ligação.</p>
<p>Tipicamente, deverá ser necessário desligar/ligar ao Onkyo, para ele detectar um novo servidor Net-Tune. Durante esse desligar/ligar, o painel do NC-500XE informa que está &#8220;detecting network settings&#8221; e depois não pergunta mais nada, pelo que o processo, do lado do Onkyo, é mesmo simples! Só há [pouco] trabalho do lado do computador: é o trabalho de instalação do software e o trabalho de procura dos conteúdos locais a serem servidos.</p>
<p>Esteticamente o Onkyo NC-500XE também merece elogios. As letras cyan no mostrador ficam muito bem. Este mesmo tom de azul está presente na decoração dos controlos de volume dos &#8220;monstros&#8221; AV mais recentes da marca.</p>
<p>[&hellip;]</p>
<p>Para continuar a ler, faça download&nbsp;do artigo integral, em <a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_onkyo_nc_500xe_february_2006.pdf">Onkyo NC500 XE</a>.</p>
<p><img alt="Onkyo NC500 XE (1 de 4)" src="/images/blog/onkyo_nc500_xe_1.jpg" border="0" /></p>
<p>Onkyo NC500 XE (1 de 4)</p>
<p><img alt="Onkyo NC500 XE (2 de 4)" src="/images/blog/onkyo_nc500_xe_2.jpg" border="0" /></p>
<p>Onkyo NC500 XE (2 de 4)</p>
<p><img alt="Onkyo NC500 XE (3 de 4)" src="/images/blog/onkyo_nc500_xe_3.jpg" border="0" /></p>
<p>Onkyo NC500 XE (3 de 4)</p>
<p><img alt="Onkyo NC500 XE (4 de 4)" src="/images/blog/onkyo_nc500_xe_4.jpg" border="0" /></p>
<p>Onkyo NC500 XE (4 de 4)</p>
<hr size="1">
<p>Comprar via Amazon.com:</p>
<p><a title="View product details at Amazon" href="http://www.amazon.com/exec/obidos/redirect?tag=arturmarquesc-20%26link_code=xm2%26camp=2025%26creative=165953%26path=http://www.amazon.com/gp/redirect.html%253fASIN=B00009MDBS%2526tag=arturmarquesc-20%2526lcode=xm2%2526cID=2025%2526ccmID=165953%2526location=/o/ASIN/B00009MDBS%25253FSubscriptionId=1TVH6CPZVSR9TPP8X2G2">ONKYO NC-500 Net-Tune Audio Network Receiver</a> </p>
<p>Comprar via Amazon.co.uk:</p>
<p>Não disponível.</p>
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		<title>Marantz ZR6001</title>
		<link>http://arturmarques.com/wordpress/index.php/2006/08/10/marantz-zr6001/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 04:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>am</dc:creator>
				<category><![CDATA[AV]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível o meu artigo sobre o produto Marantz ZR6001, conforme publicado pela revista ÁUDIO.
Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em&#160;Marantz ZR6001.
O Marantz ZR6001 é um AV Receiver inovador. A inovação, ao menos relativamente ao universo dos AV Receivers, está na forma como implementa a facilidade de multi-room, que permite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível o meu artigo sobre o produto Marantz ZR6001, conforme publicado pela revista ÁUDIO.</p>
<p>Segue-se (apenas) a introdução. O artigo integral está disponível para download, em&nbsp;<a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_marantz_zr6001_july_2006.pdf">Marantz ZR6001</a>.</p>
<p>O Marantz ZR6001 é um AV Receiver inovador. A inovação, ao menos relativamente ao universo dos AV Receivers, está na forma como implementa a facilidade de multi-room, que permite que, em salas diferentes, se usufrua, por exemplo, da mesma fonte de sinal. Com este Marantz, o multi-room consegue-se com tecnologia PLC; isto é, pela rede eléctrica do lar.</p>
<p>A funcionalidade multi-room é um problema de comunicação de sinal até outra(s) unidade(s). Os equipamentos fazem esta comunicação sem fios, ou com fios.<br />A transmissão sem fios é muito elegante, mas pode levantar problemas técnicos: a interferência com redes wireless de computadores é uma possibilidade; a configuração pode ser menos trivial do que deveria, para os consumidores a quem se destina; e a qualidade do áudio codificado/transportado, pode ser consideravelmente inferior à do áudio original.<br />A transmissão com fios, tipicamente por cabo cat5e, tem todas as vantagens, excepto a da presença física do próprio cabo&hellip;<br />A solução PLC (Power Line Carrier) é uma solução por cabo, mas recorrendo à instalação eléctrica do lar, com a qual a familiaridade é tal, que conseguir multi-room não tem impacto decorativo. Por outro lado, em teoria, o sinal comunicado tem qualidade CD-A &#8211; o que numa modelação digital significa 16 bits de resolução e uma amostragem de 44.1 kHz &#8211; pelo que, para a generalidade das fontes de sinal, não deverá verificar-se quebra evidente de qualidade.</p>
<p>A generalidade dos dispositivos PLC injecta sinal no cabo eléctrico, em frequência entre os 20 kHz e os 200 kHz. Este sinal é propagado por toda a rede, o que significa que, na ausência de filtros, casas/apartamentos na mesma rede de distribuição, poderão sintonizar sinais PLC alheios. Para minimizar/evitar este risco, a comunicação PLC prevê um identificador do lar, no sinal.</p>
<p>Todavia, é fácil não ter sucesso com PLC&hellip;<br />Eu não tive sucesso na minha primeira tentativa de utilização de PLC, para a comunicação entre o Marantz ZR6001 e a unidade satélite/controladora Marantz ZC4001. Na minha primeira experiência, o objectivo era que o ZC4001 reproduzisse a estação de rádio FM, sintonizada no ZR6001, mas o único resultado foi o silêncio total. Descobri que a falta de comunicação se devia a um filtro presente numa modestíssima régua de cinco tomadas: quando o ZC4001 estava ligado à régua, não percebia o sinal injectado pelo ZR6001; quando o liguei directamente a uma tomada de parede, o problema evaporou-se.</p>
<p>Por fim, uma palavra quanto à qualidade. Embora o sinal injectado possa ter especificações CD-A, não é exactamente o sinal original; mas, mesmo que fosse uma réplica do original, cautela que a unidade ZC4001 é um dispositivo estéreo, portátil, com duas pequenas colunas integradas &#8211; o seu desempenho é muito humilde, face ao ZR6001.</p>
<p>Escrito isto, é um facto que a comunicação PLC entre os Marantz ZR6001 e ZC4001, pode ser dramaticamente fácil de conseguir, com resultados com uma qualidade indistinguível da que se obteria, ligando a fonte de sinal directamente no ZC4001 &#8211; o que é possível de testar-se, porque existe uma admissão de sinal na unidade satélite&hellip;<br />Assim, todos aqueles que valorizam a funcionalidade multi-room devem prestar muita atenção nas propostas da Marantz, com DAvED: Digital Audio via Electrical Distribution.</p>
<p>DAvED à parte, o ZR6001 não deixa de ser impressionante. Trata-se de um equipamento que integra descodificação para todos os formatos relevantes de som digital (DTS, DTS neo:6, DTS ES, DTS 96/24, Dolby Digital [DD], DD EX, Dolby Prologic [DP] IIx, Dolby Headphone, Circle Surround II, e HDCD); e amplificação para até sete (7) canais, o que significa que, recorrendo ao habitual subwoofer activo (com amplificação própria), ficam asseguradas, sem necessidade de extas, sessões 7.1!<br />Sendo um receiver, integra um receptor de rádio AM/FM.</p>
<p>A frente do Marantz ZR6001 é dominada pelo mostrador central e por um painel de botões, exposto, em vez de escondido por uma tampa rebatível, como é frequente.&nbsp; As teclas do painel são preciosas no momento da configuração inicial &#8211; em que se fornecem informações sobre quantas colunas estão instaladas, qual a sua natureza, e quais as suas distâncias -, e também para selecção do modo de audição e para a sintonia de rádio.<br />A escolha da fonte de sinal faz-se por um botão, à esquerda, que espelha o controlo de volume, esse outro à direita do display.<br />Abaixo do input selector está o botão de ligar/desligar, uma saída para auscultadores e a tecla para o multi-room.<br />Abaixo do controlo de volume, está uma tecla para silêncio instantâneo (mute), selecção de descodificador externo (7.1 ch input) e um jogo de entradas, com a etiqueta AUX1.</p>
<p>Eis um resumo de outras características importantes e das ligações do ZR6001:<br />&nbsp;&ndash; potência de 7x 90W @ 8 ohms<br />&nbsp;&ndash; 4x entradas / 3x saídas s-vídeo<br />&nbsp;&ndash; 4x entradas / 3x saídas de vídeo composto (RCA)<br />&nbsp;&ndash; 2x entradas / 1x saída de vídeo por componentes (Y, Cb, Cr)<br />&nbsp;&ndash; 4x entradas / 2x saídas de áudio digital&nbsp;<br />&nbsp;&ndash; entradas 7.1, para todos os canais, para ligação a descodificador externo<br />&nbsp;&ndash; saídas 7.1, para todos os canais, para ligação a amplificadores externos<br />&nbsp;&ndash; 7x entradas / 4x saídas de áudio analógico estéreo (RCA)</p>
<p>O Marantz ZR6001 foi integrado no seguinte sistema:<br />&nbsp;&ndash; colunas frontais Paradigm Reference Studio 100<br />&nbsp;&ndash; coluna central Castle Keep<br />&nbsp;&ndash; colunas posteriores Infinity Reference 50<br />&nbsp;&ndash; subwoofer Energy ES-8</p>
<p>A unidade Marantz ZC4001 lembra um rádio antigo &#8211; o seu desenho é mesmo muito clássico, com telas circulares para os altifalantes. Parece-me atrevido adjectivá-la de portátil: embora se transporte com muito facilidade, nesta época dourada de leitores digitais de bolso, o conceito de portátil está redefinido.<br />É uma unidade competente, trivial de utilizar-se, quando o PLC está activo: basta seleccionar uma fonte de sinal, para que essa fonte de sinal fique seleccionada na base ZR6001 &#8211; é como se fosse um controlo remoto. Quando não há PLC, não deixa de ter utilidade, pois pode ligar-se-lhe uma fonte de sinal directamente.</p>
<p>[&hellip;]</p>
<p>Para continuar a ler, faça download do artigo integral, em&nbsp;<a href="http://arturmarques.com/docs/audio_home_theater/pdf/2006/arturmarques_dot_com_audio_marantz_zr6001_july_2006.pdf">Marantz ZR6001</a></p>
<p><img alt="Marantz ZR6001 (1 de 5)" src="/images/blog/marantz_zr6001_1.jpg" border="0" /></p>
<p>Marantz ZR6001 (1 de 5)</p>
<p><img alt="Marantz ZR6001 (2 de 5)" src="/images/blog/marantz_zr6001_2.jpg" border="0" /></p>
<p>Marantz ZR6001 (2 de 5)</p>
<p><img alt="Marantz ZR6001 (3 de 5)" src="/images/blog/marantz_zr6001_3.jpg" border="0" /></p>
<p>Marantz ZR6001 (3 de 5)</p>
<p><img alt="Marantz ZR6001 (4 de 5)" src="/images/blog/marantz_zr6001_4.jpg" border="0" />&acute;</p>
<p>Marantz ZR6001 (4 de 5)</p>
<p><img alt="Marantz ZR6001 (5 de 5)" src="/images/blog/marantz_zr6001_5.jpg" border="0" /></p>
<p>Marantz ZR6001 (5 de 5)</p>
<hr size="1">
<p>Comprar via Amazon.com:</p>
<p>Não disponível.</p>
<p>Comprar via Amazon.co.uk:</p>
<p>Não disponível.</p>
]]></content:encoded>
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