Em 2008–02–20, a ZON (www.zon.pt), sem qualquer aviso, explicação ou entrada de canal alternativo/substituto, removeu o melhor canal de informação (Bloomberg) da grelha analógica. No mesmo dia também foram chutados o soberbo Aljazeera e o “Infinito”. E sobe a men$alidade… (!)

Muitos não compreendem quão excelente é o Bloomberg. Só ao cabo de uns dias de visionamento comparativo com outros canais é que fica evidente que não se pode viver informado sem ele. Não existe nenhum canal, nos pacotes ZON ou MEO, que se aproxime da qualidade do Bloomberg. A informação Bloomberg é abundante, diversificada, rigorosa, permanente, realtime, *muito* bem realizada, e de cariz globalizado, com manhãs [predominantemente] Europeias, tardes [predominantemente] Americanas e noites [predominantemente] Asiáticas, com entrevistas em directo a algumas das pessoas realmente sapientes e/ou influentes, e sem recurso a técnicas de poeira-para-os-olhos, como pares de locutores a chutarem entre si a leitura de assuntos dos quais nada sabem e não querem saber, estilo CNN.

O Bloomberg também tem programas especiais e fins-de-semana temáticos, por exemplo dedicados ao negócio da Arte e ao empreendedorismo, com casos concretos de empresas de HOJE.

Agora vejo o Bloomberg [USA] pela Internet. Basta uma procura por “Bloomberg online tv”, para descobrir URLs para a emissão a 200 kbps. Se não fosse a Internet, seria o obscurantismo.

Como se escreve em “Freakonomics”, “o Sol é o melhor detergente”. A Internet é o Sol da Economia do Conhecimento.